
O sonho de Borum
Borum quer muito ganhar um presente do pajé: uma bela e imponente flecha. Mas, para isso, será preciso compartilhar com todos um de seus sonhos. O que fazer quando ele não se lembra de nada?
Artista gráfico, ilustrador e escritor brasileiro, colaborou com mais de cem livros de escritores nacionais e estrangeiros ao longo de mais de vinte anos de carreira. Participou de diversas exposições e catálogos no Brasil e também no exterior. Faz monotipias, colagens e pirogravuras.
É membro do conselho diretor da Sociedade dos Ilustradores do Brasil (SIB), e já recebeu diversos prêmios e certificações, como o White Ravens, o NOMA, o prêmio Jabuti, entre outros. Há mais de vinte anos coordena o Negro Design Studio na elaboração de projetos no segmento editorial, audiovisual e sociocultural.

Borum quer muito ganhar um presente do pajé: uma bela e imponente flecha. Mas, para isso, será preciso compartilhar com todos um de seus sonhos. O que fazer quando ele não se lembra de nada?

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Muito antes de os colonizadores chegarem, antes mesmo de nosso país se tornar um estado, diversos povos aqui viviam. Povos diferentes entre si, mas com desejos em comum. Conheça algumas de suas histórias.

Kapaxi era o animal mais rápido da floresta, presenteado pelo Criador com sapatos que lhe garantiam hipervelocidade. Durante uma grande festa, porém, ele se deixou levar pelo orgulho....

Porque a vida é um coletivo: a criança vive em sociedade, a cidade e a natureza, a realidade se apresentando todo dia em fatos ordinários e imaginações, como a memória e o futuro, com a diversidade do instante presente.

Ana Maria Machado conta alegoricamente como a natureza se formou, numa briga da terra com ar, e alerta para os desequilíbrios que vira e mexe o homem provoca. Traz também outras histórias de pessoas que lutam para entender e auxiliar a vida no mundo.

Um livro de imagem, dezenas de cores de pele e emoções partilhadas. A arte a favor da quebra da homogeneidade racial e do respeito à diversidade.

Juntando dois textos da tradição oral, Salizete Freire Soares desafia os leitores a lembrar e recontar a mesma lengalenga do fim para o começo ou novos recomeços.

A primeira aventura policial da Turma do Gordo, no tempo dos álbuns de figurinhas de jogadores de futebol: cola, troca, bafo e um complô na Pauliceia desvairada...

Ao aprender rimar, João cria um caderno com palavras escolhidas a dedo para escrever poemas repletos de referências culturais afro-brasileiras a partir de um olhar sensível e curioso.