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Um vazamento de petróleo força os animais marinhos a deixarem a água rumo a uma cidade costeira em busca de sobrevivência. Tudo vai se transformar. Como os humanos vão lidar com a nova situação?

Já imaginou como seria a vida, se fosse outra pessoa? E se fosse um animal, uma planta ou uma flor? Se fosse ainda um organismo bem pequeno, quase invisível, mas que está por toda parte? Já pensou no que gostaria de fazer... se fosse um fungo?

O encantamento da beleza, dos hábitos e das características particulares dos pássaros saltam aos olhos nesta obra poética.

Talvez o Papapalmeiras não seja apenas o monstro que ele aparenta ser à primeira vista, talvez ele seja uma máquina que faz papapá e esconda segundas intenções...

Até parece uma brincadeira de pega-pega: foge de bicho, corre atrás de bicho, ninguém mais entende o que deve fazer, nem de onde vieram uma elefante, uma onça, um flamingo, um arara... existe alguma reserva animal perto desta cidade?

O alerta é necessário. São constantes e expansivos os desastres com o derramamento de óleo: uma mancha de petróleo alcança centenas de cidades e milhares de pessoas e seres vivos, na costa brasileira

Ana Maria Machado conta alegoricamente como a natureza se formou, numa briga da terra com ar, e alerta para os desequilíbrios que vira e mexe o homem provoca. Traz também outras histórias de pessoas que lutam para entender e auxiliar a vida no mundo.

Uma fila sem fim cheia de cores e referências, livremente inspirada na cultura indígena brasileira, com seus animais, plantas e objetos, nessa bonita homenagem de Marcelo Pimentel.

Um homem se prepara para caçar um tigre e adicionar mais um animal à sua coleção. Mas durante essa narrativa de imagens algo nos surpreende, homem e tigre trocam de lugar, nos levando a refletir sobre quem caça e quem é caçado.

Todo indivíduo é um e é múltiplo. Em partes, um é igual a outro. Também é diferente. É todo o universo e uma peça do imenso e colorido quebra-cabeça que chamamos existência.

Neste livro, podemos imaginar os mundos que poderíamos abrir e abrigar, se fôssemos uma árvore com sementes encantadas.

Era uma vez uma ilha onde se tinha tudo: árvores, casas, uma montanha. Certo dia, desembarcam na ilha os continentais, parecidos, mas ligeiramente diferentes dos habitantes que já estavam ali.

Brincando com o fio da história e a linha do tempo, Roger Mello conta e reconta as desventuras da Sorte e da Preguiça entre os meninos, os siris e toda vida mais que corre no mangue.

Neste livro, brincando com a reflexão e a ilustração, o leitor vai descobrir quem são os invasores que tomaram conta das ruas e da vida numa cidade.