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Odilon Moraes nasceu em São Paulo, em 1966, e mudou-se ainda pequeno para o interior. Voltou à capital para estudar arquitetura na FAU-USP, mas nunca chegou a exercer a profissão. A paixão pela ilustração e pelos livros o levou para outros caminhos.
Já escreveu e ilustrou mais de 50 títulos, recebeu o Prêmio Jabuti e o Prêmio FNLIJ de melhor livro do ano algumas vezes. Além de escrever e ilustrar, dá cursos e oficinas sobre a história do livro ilustrado.

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Um menino é o único de sua família a ter um superpoder: é capaz de enxergar os invisíveis, figuras sociais que, muitas vezes, são invisibilizadas pelo olhar adulto no dia a dia. Mas o que acontecerá com esse poder quando o menino também crescer?

Era uma vez uma casa. Dentro dela, moravam um menino, dois cachorros, uma mãe e um pai. Um dia, a casa se afogou em lágrimas... e tudo mudou.

Um poema consagrado do Simbolismo brasileiro, que ganha uma nova potência com as ilustrações de Odilon Moraes e o formato em sanfona deste livro. Uma obra sobre o sonho, a loucura, o desejo e a espiritualidade.

A história parece vir de outro tempo, mas talvez seja uma história de cicatrizes relembradas ano a ano, revelando as inúmeras infâncias brasileiras.

Nesta história delicada, acompanhamos o trem da vida, que ora sobe colinas, ora desce morros, e, às vezes, ao passar em túneis, tudo escurece e turva a vista.

A emocionante história de amor, perda e dor, escrita por Wander Piroli, um dos maiores cronistas brasileiros, e ilustrada pelo premiado Odilon Moraes.

Um dia, Pedrinho se dá conta que possui uma sombra e passa a observá-la com mais atenção, experimentando os movimentos do corpo e da vida.

Uma garota questiona os motivos de seu avô nunca sair do quarto. Deseja estar mais próxima a ele, mas não é possível. Só mesmo um velho guarda-chuva para trazê-lo a sua companhia.