8 livros infantis imperdíveis para quem curte nonsense Sabe aquelas obras que trazem situações estranhas, que parecem sem sentido, mas que são muito divertidas? Conheça livros infantis com nonsense selecionados pelo Clube Quindim
Coluna: Precisamos questionar a normatização de estereótipos na literatura para crianças Neste artigo, Elizabeth Cardoso propõe uma reflexão sobre os estereótipos de gênero, raça e classe na representação das infâncias.
Para presentear ou ler em casa: conheça 8 livros para crianças de 7 anos O Clube Quindim separou 8 dicas de livros para crianças de 7 anos que não podem faltar na estante! Quais dessas histórias será sua favorita?
Livros com poucas palavras são só para crianças pequenas? A ideia de que livros com poucas palavras são apenas para crianças pequenas ainda é forte, mas está começando a mudar. Entenda a importância de apresentar obras com pouco texto para crianças de todas as idades!
8 livros infantis que retratam pais diversos (mas muito presentes!) Conheça uma seleção com pais diversos, mas que têm em comum o amor e dedicação por seus filhos.
8 livros infantis para desacelerar em dias corridos Procurando formas de desacelerar da rotina caótica? Conheça obras literárias para ler em família que ajudam a pausar e relaxar!
8 livros com protagonismo feminino para ler com meninos Conheça livros com protagonismo feminino que falam sobre temas diversos. São obras que todas as crianças merecem conhecer, principalmente os meninos!
Literatura de colo: por que a leitura com bebês deve começar antes mesmo das primeiras palavras Descubra a importância da literatura de colo – termo que por si só já carrega afeto, presença e escuta – e como colocá-la em prática com seu pequeno.
7 livros infantis inspirados em contos clássicos que você precisa conhecer Descubra livros infantis que fogem do comum e trazem adaptações de contos clássicos sob novas perspectivas.
Parece absurdo, mas até que faz sentido? Conheça o nonsense na literatura infantil Há histórias que vão além do incomum e mergulham fundo no chamado nonsense, onde o absurdo – mais do que divertido – é também essencial