
Quero brincar e está de noite
Uma criança está jogando videogame e, de repente, acaba a luz. Oh, não! Será que ela vai encontrar algo divertido para fazer nessa escuridão?
Primeiro selo editorial pertencente a Editora Pallas, fundada em 1975, dedicada exclusivamente a títulos infantis com foco no protagonismo negro e em histórias africanas e afro-brasileiras, garantindo assim a representatividade e pluralidade necessária ao mercado editorial. Tem à frente a editora Mariana Warth em colaboração com Cristina Fernandes Warth. Entre os nomes publicados estão o poeta angolano Ondjaki e a autora mexicana Maria José Ferrada, vencedora do prêmio da Feira do Livro Infantil de Bolonha na categoria Novos Horizontes.

Uma criança está jogando videogame e, de repente, acaba a luz. Oh, não! Será que ela vai encontrar algo divertido para fazer nessa escuridão?

Todo mundo se aborrece com alguma coisa, quando sofremos uma injustiça ou nos sentimos deixados de lado, quando não somos ouvidos. E você?

Um caçador retorna de sua jornada e o povo, com a chegada do alimento, fica na mais pura alegria e tudo se transforma em festa. De repente, ouvem uma música que ninguém conhecia...

Há muito tempo, partiu de um porto africano um navio enorme, repleto de pessoas que não queriam estar ali. Mas não estavam sozinhos: seguindo o rastro de espuma e lágrimas, estava Mãe Sereia.

Era uma vez um rinoceronte. Dentro de si, ele carregava uma tristeza sem explicação...

Uma menina, diferente das outras, vai passear na floresta com sua mãe em busca de alimento. No meio do caminho, escolhe um lugar para ficar e se planta firme no chão. E agora?

Os poemas do livro criam infância àqueles que a perderam por causa da ditadura militar chilena. O livro é uma homenagem póstuma às crianças, serve como memória da violência política e, também, como um alerta para momentos de instabilidade da democracia.