Se fala assim no sertão - Capa provisória

Se fala assim no sertão

Bodega é mercearia. Aperreio é aflição. Visagem é assombração. Manoel Cavalcante coleta o vocabulário do sertão e transforma cada palavra em verso rimado. Uma celebração, com orgulho, de um jeito de falar que é também um jeito de ser.

Resenha literária

O sertão nordestino virou mar e transbordou! Suas águas banham todo o nosso país com as expressões e os versos que compõem esse livro.

A obra de Manoel Cavalcante, com xilogravuras de J. Campos, transforma expressões sertanejas em versos e rimas que atravessam leitores de todas as idades. As ilustrações, cheias de cor e detalhe, pedem mais de uma visita: vale voltar e descobrir o que passou despercebido na primeira leitura, ou que expressões vocês conhecem ou falam de outra forma.

Um cordel que dá às crianças acesso direto a uma parte viva da nossa cultura e mostra, na prática, como a língua se movimenta: boca a boca, geração em geração, muitas dessas palavras seguiram viagem e hoje se ouvem em outras partes do país.

Sobre Manoel Cavalcante

Natural de Pau dos Ferros, no Rio Grande do Norte, tem mais de 15 livros de cordel e poesia popular publicados, dezenas de folhetos de cordel e premiações em concursos literários no Brasil e no exterior. Seus livros são adotados em escolas de vários estados do Brasil.

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Sobre Jefferson Campos

Também conhecido como J. Campos, nasceu em São Paulo, mas é residente do Rio Grande do Norte desde os 12 anos de idade. Jefferson desenha desde a infância, e aos 35 anos, passou a produzir xilogravuras que já ilustraram inúmeros folhetos e livros de literatura de cordel no país.

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Informações técnicas

ISBN: 9788594228093

EAN: 9788594228093

Páginas: 60

Dimensões e acabamento

0.5 × 15.7 × 23 cm

Peso: 120 g

Acabamento: Brochura

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