Capa Se as coisas fossem mães

Se as coisas fossem mães

Uma obra sensível sobre a essência do que é ser mãe. Sobre mães que se doam, acolhem, cuidam, e que são profundamente humanas, com seus erros, acertos e peculiaridades.

Resenha literária

Em um poema, Sylvia Orthof, vislumbrando possíveis características comuns às mães, nos convida a projetá-las em seres inanimados. Como seria se as coisas fossem mães? Já imaginou se a terra fosse mãe? Neste poema, ela seria a mãe das sementes, porque mãe é tudo aquilo que abraça. Já se a chaleira fosse mãe, ela seria da água fervida. E faria chá e remédio para todas as doenças da vida. 

A escritora imagina diferentes objetos sendo mães e projeta neles características de quem tem filho, como o amor e o cuidado. O livro é interessante porque abrange a maternidade e indica que mãe não é só a mãe biológica. E também humaniza essa mãe. Ela acerta, erra, briga e dá amor. Tudo isso é ser mãe. As ilustrações de Ana Raquel são uma homenagem à versão anterior do livro, feita por ela em aquarela, e revelam outro estilo da ilustradora.

Sobre Sylvia Orthof

Foi escritora e dramaturga. Estudou em Paris na Escola de Teatro fundada por Jean-Louis Barrault e teve aulas de mímica com Marcel Marceau. Trabalhou na década de 1960 no Grupo de Teatro Artistas Unidos, no Teatro Brasileiro de Comédia e na TV Record. Iniciou na área de dramaturgia infantil como autora, diretora, pesquisadora e professora.

Fundou, no Rio de Janeiro, a Casa de Ensaios Sylvia Orthof, exclusivamente dedicada a espetáculos infantis. Escreveu para a Revista Recreio. É uma das maiores escritoras do Brasil em literatura infantil e juvenil; sua obra, extensa, em torno de cem títulos, recebeu todos os grandes prêmios brasileiros.

Ver mais

Sobre Ana Raquel

Artista gráfica formada pela Universidade Federal de Minas Gerais, Ana Raquel ilustra livros infantis há mais de 40 anos. O primeiro deles foi Uma festa no céu, de Joel Rufino, lançado nos em 1980.

Em 1981 participou do concurso do Instituto Nacional do Livro e levou o prêmio pelo trabaho em Metade de quase nada, de Eliane Ganem. Depois disso, não parou mais, inclusive apoiando colegas de profissão a se organizarem em uma associação de escritores e ilustradores.

Em 2008, começou a publicar histórias escritas por ela e desde então passou a se entender como iluscritora, como ela mesma diz.

Ver mais

Informações técnicas

ISBN: 9788520931677

EAN: 9788520931677

Páginas: 24

Dimensões e acabamento

0.3 × 21 × 24 cm

Peso: 100 g

Acabamento: Grampeado

Competências gerais BNCC

Tipos de leitura

Gêneros

Assuntos

Ah, que pena!

Este título está esgotado