Capa - Bocejo

Bocejo

Bocejar todo mundo boceja. Todo mundo mesmo! Este livro não só comprova a premissa, como aproxima os leitores de personagens (reais ou não) da História da humanidade.

Resenha literária

Um livro que oferece ao leitor: graça, inteligência, surpresa, cores, estética.

Renato Moriconi e Ilan Brenman, dois dos nossos grandes artistas do livro ilustrado, se uniram para compor uma ode à imaginação. A partir de um ato corriqueiro, o bocejo, é possível percorrer períodos históricos, nos aproximando de personalidades que contribuíram para a arte e para a ciência, numa sequência de cenas com amplo espaço para a contemplação artística.

Trazer Einstein ou pistas dos primórdios da humanidade para mais perto, por meio da arte. E ainda, possibilitar se enxergar como um viajante pelos cursos da História, por meio da surpresa proposta na última página do livro, são alguns dos ganhos dessa leitura. Homens e mulheres, gente como a gente, que bocejam, riem, choram, se frustram, recomeçam, são os responsáveis pelos feitos que mudaram a nossa forma de pensar. Grandes nomes se fizeram por meio da curiosidade e da transformação, tão comuns às crianças e que nós, adultos, barramos o tempo inteiro com tantos “nãos” ditos diariamente. 

Peter O. Segae, escritor e pesquisador, aponta para as camadas nos cenários do livro, sugere que façamos outras leituras ao perpassar vagarosamente cada página: "Atrás da figura principal sempre há uma piada ou crítica visual através da oposição de elementos, pela contradição ou mesmo uma figura de linguagem como o oximoro. (...) O trio Einstein - Salvador Dali - Lewis Carroll mostrando a relatividade e o relativismo, a realidade, o surrealismo, o buraco de minhoca e os problemas de lógica (razão), as ceroulas de bolinhas vermelhas no lugar da bandeira norte-americana fincada na lua.”

A leitura, um bocejo que segue o outro, e mais outro, e o seguinte... numa cadeia que pode contagiar o leitor. A propósito, uma boa pedida para a hora do sono!

Sobre Renato Moriconi

Renato Moriconi é um dos maiores nomes da literatura para infância na contemporaneidade. Artista plástico, dedica boa parte de sua produção a obras em livro. Há publicações suas no Brasil, Argentina, México, França, Itália, Coréia do Sul, EUA e China. Recebeu os prêmios de melhor livro-imagem em 2011 e em 2014, e melhor livro para a criança em 2012 pela Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil. Recebeu também o troféu Monteiro Lobato e o Jabuti de ilustração infantil em 2014. Em 2016 foi contemplado com o Premio Fundación Cuatrogatos (EUA) e finalista do prêmio Melhor livro de arte da revista italiana Andersen, ambos pelo livro Bárbaro.

Em 2018 esse livro figurou na lista do The Boston Globo dos melhores livros infantis publicados nos EUA e figurou também em The Most Astonishingly Unconventional Children’s Books feita pela School Library Journal dos EUA. Ministrou cursos, oficinas e palestras no Brasil e em outros países, como no Museu de Arte Contemporânea de Lima (Peru) e Scuola Internazionale d’Illustrazione (Sarmede/Itália). É professor convidado do curso de pós-graduação “Livros, Crianças e Jovens: Teoria, Mediação e Crítica” do Instituto Vera Cruz, em São Paulo.

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Sobre Ilan Brenman

Formado em Psicologia na PUC-SP, e com mestrado e doutorado pela Faculdade de Educação da USP, Ilan Brenman é considerado um dos principais autores de literatura infanto-juvenil no Brasil, tendo ganhado diversos prêmios e tendo seus livros traduzidos e publicados em diversos países. Ilan já publicou mais de 60 livros infantis e juvenis. Ganhando diversas vezes o selo “Altamente Recomendável” pela Fundação Nacional do Livro Infanto Juvenil..

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Informações técnicas

ISBN: 9788574065564

EAN: 9788574065564

Páginas: 32

Dimensões e acabamento

0.4 × 27 × 36 cm

Peso: 315 g

Acabamento: Brochura

Competências gerais BNCC

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Gêneros

Assuntos

Ah, que pena!

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