Capa As mentiras de Paulinho

As mentiras de Paulinho

Paulinho é um menino que inventa muitas histórias, mas há quem o chame de mentiroso. Reais ou não, ninguém vive sem imaginação.

Resenha literária

Uma galera do condomínio para para ouvir as histórias de Paulinho. Gargalhadas, perguntas, diversão! Menos para o Seu Benedito, que vive irritado porque sofre do fígado e não vê nenhuma graça no que o garoto fala e ainda o recrimina, chamando-o de mentiroso.

“ – Quase que eu não vinha nunca mais do fim de semana! Tinha um engarrafamento tão grande na estrada que algumas pessoas resolveram ficar morando lá pra sempre.”

Verdade ou mentira? Ah, digamos que é a maneira como Paulinho vê o acontecido. No seu recontar, injeta fantasia e cria novas narrativas. E, convenhamos, que graça, não é mesmo?! Bem, Seu Benedito não pensa assim e de tanto se incomodar com o que ele taxa de mentira, bate à porta do apartamento da família do menino e se queixa ao pai, esperando que lhe dê razão, ouve um: “(...) Por que não experimenta? Pode até curar seu fígado.” Seu Benedito, em uma crise de saúde, recorre ao menino e suas histórias, vai que o pai de Paulinho tem razão?

Adulto tem mania de querer tudo explicadinho, enquadrado numa única verdade, esquece que a lógica para as crianças é outra. Ora, não é justamente na infância que fantasiar está liberado? Bem, está liberado para gente grande também. Mas, para os mais ranzinzas, isso não é permitido nem quando pagar boletos pode ser feito com dinheiro de papel.

Sobre Fernanda Lopes de Almeida

Fernanda Lopes de Almeida nasceu no Rio de Janeiro e é formada em psicologia, profissão a qual dedicou 25 anos de sua vida. Começou a escrever histórias com sete anos de idade. Seu primeiro livro publicado, Soprinho, foi o vencedor do Prêmio Jabuti de melhor livro infantil em 1971. Sua avó paterna era a escritora Júlia Lopes de Almeida, uma das idealizadoras da Academia Brasileira de Letras (ABL), e seu avô paterno era o poeta e jornalista Filinto de Almeida. Faleceu em dezembro de 2023, deixando um legado que marcou gerações de leitores.

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Sobre Michele Iacocca

Em 1973, publicou seu primeiro livro, chamado Eva (Ed. Massao Ono), premiado pela crítica e publicado também na Europa. Continuou durante muitos anos publicando charges, cartuns, tiras e ilustrações nos principais jornais e revistas do país, como O Estado de S. Paulo, Folha de S. Paulo, Veja, IstoÉ, Exame, Quatro Rodas, Playboy, Status, Versus, Ovelha Negra, etc. E durante alguns anos fez o humor da última página da revista e das agendas Exame. Desenhou capas para a revista Veja, Vejinha, revistas técnicas e criou capas de livros para várias editoras.

Como autor tem livros publicados pelas editoras: Ática, Saraiva, Melhoramentos, Moderna, FTD, Positivo, Mercurio Jovem, SM, Global e Tribos. Entre autoria, coautoria e ilustração, contabiliza mais de 200 livros publicados. Ganhou o prêmio, APCA de autor, ilustrador e tradutor com os livros: O que fazer?, O Barulho da Chuva, O Diário Escondido da Serafina e pelas traduções de Umberto Eco e Gianni Rodari e o original do Pinóquio de Carlo Collodi. O livro O que fazer? também ganhou o prêmio “Altamente Recomendável” da FNLIJ e entrou na lista da própria FNLIJ dos 100 melhores livros infanto-juvenis de todos os tempos.

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Informações técnicas

ISBN: 9788508114283

EAN: 9788508114283

Páginas: 32

Dimensões e acabamento

0.3 × 22 × 19 cm

Peso: 100 g

Acabamento: Grampeado

Competências gerais BNCC

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