{"id":72808,"date":"2026-05-08T16:16:08","date_gmt":"2026-05-08T19:16:08","guid":{"rendered":"https:\/\/quindim.com.br\/blog\/?p=72808"},"modified":"2026-05-08T16:20:36","modified_gmt":"2026-05-08T19:20:36","slug":"maternidade-possivel","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/quindim.com.br\/blog\/maternidade-possivel\/","title":{"rendered":"Maternidade poss\u00edvel: como fortalecer o seu caminho e aprender a lidar com os desvios"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Em tempos de redes sociais, cursos, especialistas e m\u00e9todos que prometem ensinar a criar filhos \u201cdo jeito certo\u201d, muitas m\u00e3es vivem um paradoxo: nunca houve tanto acesso \u00e0 informa\u00e7\u00e3o e ainda assim, elas nunca se sentiram t\u00e3o inseguras. Sabe aquela sensa\u00e7\u00e3o de que estamos sempre fazendo algo errado? Ou que poder\u00edamos fazer melhor? <strong>A necessidade de acertar o tempo todo e buscar respostas prontas virou parte da experi\u00eancia de maternar hoje<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Mas, para a neuropedagoga e educadora parental Maya Eigenmann, essa inseguran\u00e7a n\u00e3o \u00e9 t\u00e3o paradoxal assim e pode ser, inclusive, um sinal de que estamos passando por uma transforma\u00e7\u00e3o que tende a ser majoritariamente positiva. \u201cEnxergo esse processo com muita naturalidade, porque, no in\u00edcio, toda mudan\u00e7a social gera essa inseguran\u00e7a\u201d, afirma. <\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Segundo ela, isso acontece porque vivemos uma ruptura com modelos antigos de cria\u00e7\u00e3o. \u201cNas gera\u00e7\u00f5es passadas, era: \u2018Cala a boca, porque quem manda que sou eu\u2019. N\u00e3o havia questionamento em rela\u00e7\u00e3o a educa\u00e7\u00e3o dos filhos\u201d, lembra. \u201cFico feliz em saber que os pais n\u00e3o est\u00e3o t\u00e3o confiantes como as gera\u00e7\u00f5es passadas estiveram, porque era uma confian\u00e7a de subordina\u00e7\u00e3o da crian\u00e7a\u201d, acrescenta.\u00a0<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Direto do Instagram:<\/strong> <a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/p\/DXzOCatlHGC\/?utm_source=ig_web_copy_link&amp;igsh=MzRlODBiNWFlZA==\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener nofollow\">&#8220;Na minha \u00e9poca&#8230;&#8221;. O que mudou nas inf\u00e2ncias ao longo dos anos<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A sensa\u00e7\u00e3o de estar perdido em uma miss\u00e3o t\u00e3o importante como a de criar um ser humano pode at\u00e9 parecer ruim e trazer certo desconforto; no entanto, ter d\u00favidas sobre qual caminho seguir \u00e9 um sinal positivo. Afinal, \u00e9 assim que se abre o espa\u00e7o para fazer reflex\u00f5es e ouvir diversas opini\u00f5es diferentes. O importante \u00e9 usar o impulso dessa inquieta\u00e7\u00e3o para buscar melhores respostas.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-full\"><a href=\"http:\/\/quindim.com.br\" target=\"_blank\" rel=\" noreferrer noopener\"><img decoding=\"async\" width=\"770\" height=\"200\" src=\"https:\/\/quindim.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2024\/08\/BannerConteudo_LivrosTransformadores.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-64971\" title=\"\" srcset=\"https:\/\/quindim.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2024\/08\/BannerConteudo_LivrosTransformadores.jpg 770w, https:\/\/quindim.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2024\/08\/BannerConteudo_LivrosTransformadores-768x199.jpg 768w, https:\/\/quindim.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2024\/08\/BannerConteudo_LivrosTransformadores-150x39.jpg 150w\" sizes=\"(max-width: 770px) 100vw, 770px\" \/><\/a><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading subtituloh2\"><strong>D\u00favidas, sim; atalhos, n\u00e3o<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Se por um lado, os questionamentos abrem brechas para buscar novos pontos de vista, eles tamb\u00e9m podem levar a uma armadilha comum: <strong>a tentativa de encontrar f\u00f3rmulas prontas para educar. E \u00e9 a\u00ed que mora um risco importante<\/strong>. \u201cNenhuma rela\u00e7\u00e3o se sustenta com base em f\u00f3rmulas\u201d, afirma a educadora. \u201c\u00c9 como aquelas dicas que vemos, tipo: \u2018Tr\u00eas passos para manter a chama acesa no casamento. Isso pode at\u00e9 funcionar por um ou dois dias, mas uma rela\u00e7\u00e3o se sustenta na intimidade, na conex\u00e3o\u201d, compara. Buscar f\u00f3rmulas prontas \u00e9 uma tentativa de terceirizar a responsabilidade. \u201cEm rela\u00e7\u00f5es, atalhos significam superficialidade\u201d, atesta.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">N\u00e3o existe receita ou manual, mas relativizar tudo tamb\u00e9m n\u00e3o \u00e9 a sa\u00edda, na vis\u00e3o de Maya: \u201cEssa ideia de \u2018n\u00e3o tem jeito certo e errado de educar\u2019 \u00e9 uma grande fal\u00e1cia. A neuropedagoga defende que h\u00e1 caminhos mais adequados, que v\u00eam sendo apontados e sustentados por pesquisas cient\u00edficas sobre desenvolvimento infantil. \u201cExiste jeito certo, sim, e a gente tem de construir isso no dia a dia\u201d, orienta. O adulto precisa se atualizar e estar aberto ao conhecimento, \u00e0s informa\u00e7\u00f5es e \u00e0s mudan\u00e7as. Isso significa que, <strong>embora n\u00e3o haja uma receita pronta, h\u00e1 responsabilidade<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading subtituloh2\"><strong><strong>A culpa n\u00e3o \u00e9 inimiga&#8230; \u00e9 b\u00fassola<\/strong><\/strong>!<\/h2>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-full\"><img decoding=\"async\" width=\"570\" height=\"410\" src=\"https:\/\/quindim.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/MIOLO-2.jpg\" alt=\"Mam\u00e3e Zangada (de Jutta Bauer, editora Companhia das Letrinhas)\" class=\"wp-image-72828\" title=\"\" srcset=\"https:\/\/quindim.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/MIOLO-2.jpg 570w, https:\/\/quindim.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/MIOLO-2-150x108.jpg 150w\" sizes=\"(max-width: 570px) 100vw, 570px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\"><em>Imagem do livro &#8220;<a href=\"https:\/\/quindim.com.br\/selecoes\/livro\/mamae-zangada\/jutta-bauer\/9786554850940\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Mam\u00e3e Zangada<\/a>&#8220;, de Jutta Bauer (Companhia das Letrinhas)\u2018| Foto: Rodrigo Fraz\u00e3o<\/em><\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Em meio \u00e0 press\u00e3o por acertar, fica dif\u00edcil escapar da culpa. \u00c9 um sentimento que massacra as m\u00e3es todos os dias, em tempos de uma maternidade solit\u00e1ria, muitas vezes, sem apoio e sem ningu\u00e9m com quem dividir o peso e as responsabilidades. <\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Mas Maya lembra que, de certa forma, esse sentimento pode ter um papel fundamental no processo de educar. \u201cA culpa nem sempre \u00e9 nossa inimiga. Ela, na verdade, \u00e9 maravilhosa para nos nortear\u201d, diz. \u201cImagina se a gente n\u00e3o sentisse culpa ao bater numa crian\u00e7a ou ao gritar com ela? Seria um apocalipse para a inf\u00e2ncia\u201d, lembra. Nesse sentido, o desconforto pode ser um sinal importante de ajuste de rota e n\u00e3o algo a ser eliminado a qualquer custo.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A culpa em excesso ou paralisante, \u00e9 claro, atrapalha. Mas ela mostra que h\u00e1 algo que pode e deve ser melhorado e quando isso se transforma em a\u00e7\u00e3o, pode beneficiar a forma como olhamos e cuidamos dos nossos filhos.\u00a0<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading subtituloh2\"><strong><strong><strong>Entre o apoio e a autonomia<\/strong><\/strong><\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Diante de tanta informa\u00e7\u00e3o, como n\u00e3o se tornar ref\u00e9m de m\u00e9todos e especialistas? \u00c9 preciso entender que o apoio \u00e9 necess\u00e1rio, especialmente no in\u00edcio, mas n\u00e3o deve ser permanente. \u201cEnquanto os pais ainda est\u00e3o inseguros, \u00e9 natural que queiram e precisem de apoio\u201d, explica Maya. Mas ela refor\u00e7a que esse processo tende a evoluir: \u201cConforme aprendem e se sentem mais seguros, eles mesmos v\u00e3o desenvolvendo essa autonomia\u201d. A educadora compara o processo com o aprendizado de um idioma: no come\u00e7o, h\u00e1 depend\u00eancia; depois, o desenvolvimento acontece de forma mais independente.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Educar passa por <strong>fazer escolhas, que, por mais que tenham amparo no conhecimento, em evid\u00eancias cient\u00edficas e at\u00e9 em apoio profissional, s\u00e3o tamb\u00e9m baseadas na individualidade da fam\u00edlia<\/strong>, dos pais e da crian\u00e7a. \u00c9 uma constru\u00e7\u00e3o que vem de dentro, mas, felizmente, hoje, conta com outras formas de suporte. <\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Para Maya, confiar apenas na intui\u00e7\u00e3o pode ser problem\u00e1tico, j\u00e1 que ela n\u00e3o \u00e9 neutra. \u201cO que a gente chama de intui\u00e7\u00e3o \u00e9 enviesado pelos nossos traumas\u201d, aponta. Ela compartilha, inclusive, uma experi\u00eancia pessoal: \u201cNa minha inf\u00e2ncia, vivi muita solid\u00e3o e abandono emocional. Ent\u00e3o, n\u00e3o sabia me conectar aos meus filhos. No come\u00e7o, eu confiei apenas na minha intui\u00e7\u00e3o e machuquei meus filhos emocionalmente. Assim, como a minha, existem in\u00fameras hist\u00f3rias. Estruturalmente falando, pouqu\u00edssimos s\u00e3o os adultos que tiveram realmente uma inf\u00e2ncia saud\u00e1vel e que podem ter desenvolvido uma boa intui\u00e7\u00e3o, na qual podem se embasar para educar\u201d.&nbsp;<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-full\"><img decoding=\"async\" width=\"570\" height=\"410\" src=\"https:\/\/quindim.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/maternidade-possivel-miolo1.jpg\" alt=\"maternidade-possivel-miolo1\" class=\"wp-image-72817\" title=\"\" srcset=\"https:\/\/quindim.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/maternidade-possivel-miolo1.jpg 570w, https:\/\/quindim.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/maternidade-possivel-miolo1-150x108.jpg 150w\" sizes=\"(max-width: 570px) 100vw, 570px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\"><em>Foto: Canva<\/em><\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Por isso, a especialista defende que<strong> a parentalidade precisa ser aprendida e n\u00e3o apenas sentida<\/strong>. \u201cA gente vai precisar, sim, de apoio estruturado para conseguir educar adequadamente\u201d, diz ela. Assim como acontece em outras \u00e1reas da vida, estudar e aprender tamb\u00e9m \u00e9 necess\u00e1rio para executar uma miss\u00e3o t\u00e3o importante, como \u00e9 a de educar um ser humano.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading subtituloh2\"><strong><strong><strong><strong>N\u00e3o existe maternidade sem erro<\/strong><\/strong><\/strong><\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Ao navegar pela maternidade, o objetivo parece ser evitar os erros. Queremos acertar sempre, ao m\u00e1ximo. Contudo, <strong>\u00e9 imposs\u00edvel passar pelo processo sem cometer erros<\/strong>. E \u00e9 preciso ter muito cuidado tamb\u00e9m com essa busca incessante, porque ela oferece outro risco: o de focar na performance e esquecer do principal, que \u00e9 a crian\u00e7a. <\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u201cO perfeccionismo \u00e9 realmente t\u00f3xico\u201d, alerta Maya. \u201cEnquanto busco a perfei\u00e7\u00e3o, n\u00e3o estou olhando para os meus filhos e me relacionando com eles. Estou olhando para a minha excel\u00eancia. \u00c9 como se eu s\u00f3 me preocupasse com a nota final em uma prova e n\u00e3o em aprender o conte\u00fado\u201d, compara. O anseio em acertar se sobrep\u00f5e \u00e0 conex\u00e3o, que \u00e9 o mais importante.\u00a0<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A consci\u00eancia de que os trope\u00e7os v\u00e3o existir e que voc\u00ea vai aprender com eles, assim como seus filhos, \u00e9 fundamental. \u201cEu entrava em um processo de autoflagelo muito forte. Precisei construir a habilidade de ser compassiva com os meus erros. N\u00e3o de \u2018passar pano\u2019, mas de entender que o mundo n\u00e3o ia acabar por conta daquele erro e que eu tinha a chance de recome\u00e7ar\u201d, confessa.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Um conceito que se popularizou, quando o assunto \u00e9 parentalidade, \u00e9 o de <strong>n\u00e3o precisar ser a m\u00e3e perfeita, mas ser \u201csuficientemente boa\u201d<\/strong>. O termo foi bastante difundido por Donald Winnicott, um pediatra e psicanalista brit\u00e2nico. Mas, para Maya, essa vis\u00e3o tamb\u00e9m exige uma certa cautela. \u201c\u00c9 interessante, mas pode ser perigosa\u201d, afirma. \u201cSuficiente para quem?\u201d, pergunta.\u00a0<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Ela explica que quem tem de responder se ela \u00e9 uma m\u00e3e suficientemente boa n\u00e3o \u00e9 ela mesma, mas os filhos. \u201cEu posso falar o quanto eu quiser que eu sou uma excelente jardineira. Se as minhas plantas est\u00e3o todas murchas, ser\u00e1 que sou uma jardineira suficientemente boa?\u201d, compara, lembrando tamb\u00e9m da import\u00e2ncia de se fazer um recorte de ra\u00e7a, de g\u00eanero e de classe social. \u201cEstamos longe de ser suficientemente bons para os nossos filhos, em parte, tamb\u00e9m, por causa do contexto social no qual n\u00f3s estamos inseridos\u201d, observa.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Leia tamb\u00e9m:<\/strong> <a href=\"https:\/\/quindim.com.br\/blog\/como-pais-lidam-frustracao-errar-com-filhos\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Como os pais lidam com a frustra\u00e7\u00e3o de errar com os filhos?<\/a><\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-full\"><a href=\"https:\/\/conteudo.quindim.com.br\/assinar-newsletter-banner-blog?_gl=1*r3suvb*_gcl_au*MjQzNjU3NDY3LjE3NzgxNjQyNzg.*_ga*MTcxMzQ0MTU1OS4xNzc4MTY0Mjc5*_ga_HTYY595TP9*czE3NzgyNDIwMzgkbzQkZzEkdDE3NzgyNDU1MDMkajEzJGwwJGg4ODE2OTcwNjI.\" target=\"_blank\" rel=\" noreferrer noopener\"><img decoding=\"async\" width=\"770\" height=\"200\" src=\"https:\/\/quindim.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/BannerConteudo_RecebaDicas.webp\" alt=\"\" class=\"wp-image-69492\" title=\"\" srcset=\"https:\/\/quindim.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/BannerConteudo_RecebaDicas.webp 770w, https:\/\/quindim.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/BannerConteudo_RecebaDicas-768x199.webp 768w, https:\/\/quindim.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/BannerConteudo_RecebaDicas-150x39.webp 150w\" sizes=\"(max-width: 770px) 100vw, 770px\" \/><\/a><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading subtituloh2\">por uma <strong><strong><strong><strong><strong>Maternidade poss\u00edvel<\/strong><\/strong><\/strong><\/strong><\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Ok, at\u00e9 aqui, deu para entender que n\u00e3o, n\u00e3o existe um manual, uma f\u00f3rmula ou uma receita. Tamb\u00e9m compreendemos que a intui\u00e7\u00e3o n\u00e3o \u00e9 totalmente confi\u00e1vel, j\u00e1 que pode falhar. A perfei\u00e7\u00e3o est\u00e1 longe de ser o caminho. Ent\u00e3o, o que resta? Para Maya, a resposta est\u00e1 no processo, que \u00e9 imperfeito, mas poss\u00edvel.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-full\"><img decoding=\"async\" width=\"570\" height=\"410\" src=\"https:\/\/quindim.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/maternidade-possivel-miolo2.jpg\" alt=\"maternidade-possivel-miolo2\" class=\"wp-image-72816\" title=\"\" srcset=\"https:\/\/quindim.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/maternidade-possivel-miolo2.jpg 570w, https:\/\/quindim.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/maternidade-possivel-miolo2-150x108.jpg 150w\" sizes=\"(max-width: 570px) 100vw, 570px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\"><em>Foto: Canva<\/em><\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Ela defende a import\u00e2ncia de desenvolver uma postura mais compassiva consigo mesma, sem ignorar erros, mas tamb\u00e9m sem se destruir por eles. \u201cVoc\u00ea vai errar e o mundo n\u00e3o vai acabar por causa disso. E voc\u00ea tem chance de recome\u00e7ar agora\u201d, lembra.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A ideia de confiar no seu processo, na maternidade, n\u00e3o \u00e9 um convite a seguir apenas o instinto, nem uma rejei\u00e7\u00e3o ao conhecimento, mas <strong>a busca pelo equil\u00edbrio entre aprender, questionar, ajustar e, principalmente, se conectar com a crian\u00e7a<\/strong>. Sem f\u00f3rmulas. Sem atalhos. Sem perfei\u00e7\u00e3o. Mas com escuta, verdade e muita presen\u00e7a.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading subtituloh2\">Estante Quindim<\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Conhe\u00e7a tr\u00eas livros, j\u00e1 entregues \u00e0 Fam\u00edlia Quindim, que retratam diferentes quest\u00f5es da maternidade, como o medo e a frustra\u00e7\u00e3o de errar com os filhos.<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-columns is-layout-flex wp-container-core-columns-is-layout-8f761849 wp-block-columns-is-layout-flex\">\n<div class=\"wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow\"><div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-full\"><img decoding=\"async\" width=\"330\" height=\"440\" src=\"https:\/\/quindim.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/MinhaMaeCaminha_CapaTransparente-1-e1746536874721.png\" alt=\"Minha m\u00e3e caminha (de Isabel Malzoni e Laura Gorski, editora Caixote)\" class=\"wp-image-69033\" style=\"aspect-ratio:1;object-fit:contain\" title=\"\" srcset=\"https:\/\/quindim.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/MinhaMaeCaminha_CapaTransparente-1-e1746536874721.png 330w, https:\/\/quindim.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/MinhaMaeCaminha_CapaTransparente-1-e1746536874721-150x200.png 150w\" sizes=\"(max-width: 330px) 100vw, 330px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\"><em><a href=\"https:\/\/quindim.com.br\/selecoes\/livro\/minha-mae-caminha\/isabel-malzoni\/9786586666397\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Minha m\u00e3e caminha<\/a><\/em>, de Isabel Malzoni e Laura Gorski<\/figcaption><\/figure>\n<\/div><\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow\"><div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-full\"><img decoding=\"async\" width=\"443\" height=\"366\" src=\"https:\/\/quindim.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/mamae-zangada-CapaTransparente-e1778245302584.png\" alt=\"Mam\u00e3e Zangada (de Jutta Bauer, editora Companhia das Letrinhas)\" class=\"wp-image-72812\" style=\"aspect-ratio:1;object-fit:contain\" title=\"\" srcset=\"https:\/\/quindim.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/mamae-zangada-CapaTransparente-e1778245302584.png 443w, https:\/\/quindim.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/mamae-zangada-CapaTransparente-e1778245302584-150x124.png 150w\" sizes=\"(max-width: 443px) 100vw, 443px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\"><em><a href=\"https:\/\/quindim.com.br\/selecoes\/livro\/mamae-zangada\/jutta-bauer\/9786554850940\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Mam\u00e3e zangada<\/a><\/em>, de Jutta Bauer<\/figcaption><\/figure>\n<\/div><\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow\"><div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-full\"><img decoding=\"async\" width=\"619\" height=\"907\" src=\"https:\/\/quindim.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2020\/06\/Capa-Frente-Mamae-tem-medo-transparente-e1714745361899.png\" alt=\"Mam\u00e3e tem medo (escritora Beatrice Masini, ilustra\u00e7\u00f5es Alizera Goldouzian, editora Pulo do Gato)\" class=\"wp-image-60359\" style=\"aspect-ratio:1;object-fit:contain\" title=\"\" srcset=\"https:\/\/quindim.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2020\/06\/Capa-Frente-Mamae-tem-medo-transparente-e1714745361899.png 619w, https:\/\/quindim.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2020\/06\/Capa-Frente-Mamae-tem-medo-transparente-e1714745361899-150x220.png 150w\" sizes=\"(max-width: 619px) 100vw, 619px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\"><em><a href=\"https:\/\/quindim.com.br\/selecoes\/livro\/mamae-tem-medo\/beatrice-masini\/9788564974623\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Mam\u00e3e tem medo<\/a><\/em>, de Beatrice Masini e Alizera Goldouzian<\/figcaption><\/figure>\n<\/div><\/div>\n<\/div>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><\/p>\n<!-- AddThis Advanced Settings generic via filter on the_content --><!-- AddThis Share Buttons generic via filter on the_content -->","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Sem f\u00f3rmulas. 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