{"id":67198,"date":"2025-01-31T18:42:57","date_gmt":"2025-01-31T21:42:57","guid":{"rendered":"https:\/\/quindim.com.br\/blog\/?p=67198"},"modified":"2025-05-21T05:50:41","modified_gmt":"2025-05-21T08:50:41","slug":"estereotipos-genero","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/quindim.com.br\/blog\/estereotipos-genero\/","title":{"rendered":"Como a literatura infantil pode ajudar a quebrar estere\u00f3tipos de g\u00eanero"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"wp-block-paragraph\">De quantas donzelas delicadas e homens corajosos a literatura \u00e9 feita? Quantos livros infantis ainda ilustram estere\u00f3tipos de meninas vestindo tons rosados e meninos com cores mais frias, como verde e azul? <strong>H\u00e1 alguma raz\u00e3o cient\u00edfica para, por exemplo, a escolha dessas cores na representa\u00e7\u00e3o dos g\u00eaneros masculino e feminino?<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Para o Dr. Marco Del Giudice \u2014 professor do Departamento de Ci\u00eancias da Vida da Universidade de Trieste, na It\u00e1lia \u2014, n\u00e3o h\u00e1 evid\u00eancias cient\u00edficas de que o rosa seja, naturalmente, uma cor feminina e vice-versa. Em seu estudo <em>Rosa, azul e g\u00eanero: atualiza\u00e7\u00f5es<\/em>, de 2017, o pesquisador foi atr\u00e1s de registros hist\u00f3ricos que associassem essas duas cores a homens e mulheres e descobriu que, nos Estados Unidos, essa regra n\u00e3o era definitiva at\u00e9 pouco tempo. Ele encontrou, at\u00e9 a d\u00e9cada de 1940, muitas publica\u00e7\u00f5es que estabeleciam at\u00e9 mesmo o contr\u00e1rio: o rosa como cor masculina e o azul, feminina.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-full\"><a href=\"https:\/\/quindim.com.br\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><img decoding=\"async\" width=\"770\" height=\"200\" src=\"https:\/\/quindim.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2024\/08\/BannerConteudo_IdadeFilho.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-64970\" title=\"\" srcset=\"https:\/\/quindim.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2024\/08\/BannerConteudo_IdadeFilho.jpg 770w, https:\/\/quindim.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2024\/08\/BannerConteudo_IdadeFilho-768x199.jpg 768w, https:\/\/quindim.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2024\/08\/BannerConteudo_IdadeFilho-150x39.jpg 150w\" sizes=\"(max-width: 770px) 100vw, 770px\" \/><\/a><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O fato \u00e9 que as cores n\u00e3o s\u00e3o as \u00fanicas a serem impostas injustamente a uns e outros. <strong>H\u00e1 uma s\u00e9rie de caracter\u00edsticas e narrativas que s\u00e3o atribu\u00eddas a meninos e meninas por conta de seus g\u00eaneros e essa imposi\u00e7\u00e3o est\u00e1 longe de representar a realidade.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Como todo educador sabe, em uma \u00fanica sala de aula h\u00e1 crian\u00e7as de todos os tipos: meninos e meninas estudiosas, inquietas, t\u00edmidas, extrovertidas, sens\u00edveis e agressivas. Mas a repeti\u00e7\u00e3o de um mesmo padr\u00e3o de menino ou menina em livros e anima\u00e7\u00f5es gera exclus\u00e3o \u00e0quelas crian\u00e7as que n\u00e3o se identificam com as personagens da hist\u00f3ria. Uma garota corajosa e aventureira, por exemplo, ao n\u00e3o encontrar uma personagem como ela em suas hist\u00f3rias favoritas, pode sentir medo de ser diferente. O mesmo vale para garotos mais sens\u00edveis.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-full\"><img decoding=\"async\" width=\"570\" height=\"410\" src=\"https:\/\/quindim.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2024\/12\/meio-post-do-blog-36.jpg\" alt=\" estere\u00f3tipos\" class=\"wp-image-67867\" title=\"\" srcset=\"https:\/\/quindim.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2024\/12\/meio-post-do-blog-36.jpg 570w, https:\/\/quindim.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2024\/12\/meio-post-do-blog-36-150x108.jpg 150w\" sizes=\"(max-width: 570px) 100vw, 570px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\"><em>Foto: Canva<\/em><\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Em entrevista ao <strong><a href=\"https:\/\/quindim.com.br\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Clube Quindim<\/a><\/strong>, Marina Speranza \u200b\u200b(@<a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/omeninoeofeminino\/#\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\">omeninoeofeminino<\/a>)\u2014 mestre em G\u00eanero e Pol\u00edticas da Igualdade pela Universidade de Val\u00eancia, na Espanha \u2014 afirma que \u00e9 papel de todos os adultos (sejam educadores, respons\u00e1veis ou at\u00e9 criadores de conte\u00fado) <strong>garantir uma socializa\u00e7\u00e3o inclusiva e respeitosa entre as crian\u00e7as, especialmente os garotos, para que eles n\u00e3o cres\u00e7am reproduzindo comportamentos machistas<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Em seu livro <em>O menino e o feminino<\/em> (Editora UICLAP, 2024), a autora prop\u00f5e uma s\u00e9rie de reflex\u00f5es sobre os di\u00e1logos e interven\u00e7\u00f5es necess\u00e1rias que devemos fazer na educa\u00e7\u00e3o de meninos. \u201cEssa socializa\u00e7\u00e3o no g\u00eanero t\u00e3o bin\u00e1ria, em que meninos e meninas s\u00e3o ensinados a ser de um jeito determinado, gera viol\u00eancias de todos os aspectos, tanto para garotas quanto para garotos (&#8230;) Os meninos, por exemplo, s\u00e3o socializados de uma maneira que eles aprendem o silenciamento de seus sentimentos. Para viver em um grupinho de homens, \u00e9 preciso negar tudo o que \u00e9 dito feminino\u201d, afirma a autora.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Al\u00e9m da exclus\u00e3o e do medo que algumas crian\u00e7as podem sentir com a falta de representatividade, a repeti\u00e7\u00e3o desses estere\u00f3tipos pode fazer com que meninas e meninos os reproduzam quase que inconscientemente, absorvendo-os em suas vidas. <\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Em 2021, a Organiza\u00e7\u00e3o n\u00e3o governamental Plan International Brasil publicou o estudo <em><a href=\"https:\/\/plan.org.br\/estudos\/pesquisa-completa-por-ser-menina\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener nofollow\">Por ser menina<\/a><\/em>, que buscou ouvir as percep\u00e7\u00f5es de garotas brasileiras de 6 a 14 anos sobre elas mesmas. Enquanto, 67,2% das meninas entrevistadas t\u00eam os afazeres dom\u00e9sticos como uma das atividades feitas com maior frequ\u00eancia, apenas 31,9% dos indiv\u00edduos do g\u00eanero masculino que convivem na mesma resid\u00eancia realizam essas tarefas. J\u00e1 em rela\u00e7\u00e3o a trabalhar e ganhar dinheiro, as taxas s\u00e3o de 50,5% para garotos e 21,9% para as meninas.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Leia tamb\u00e9m:<\/strong> <a href=\"https:\/\/quindim.com.br\/blog\/livros-para-meninas-e-para-meninos\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Existem livros para meninas e para meninos? Entenda a import\u00e2ncia da literatura sem distin\u00e7\u00e3o de g\u00eanero<\/a><\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading subtituloh2\"><strong>Como evitar a repeti\u00e7\u00e3o desses estere\u00f3tipos em crian\u00e7as?<\/strong><\/h2>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-full\"><img decoding=\"async\" width=\"570\" height=\"410\" src=\"https:\/\/quindim.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2024\/08\/Por-que-e-importante-a-crianca-aprender-a-lidar-com-a-frustracao-ainda-na-infancia-meio3.jpg\" alt=\"estere\u00f3tipos\" class=\"wp-image-64015\" title=\"\" srcset=\"https:\/\/quindim.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2024\/08\/Por-que-e-importante-a-crianca-aprender-a-lidar-com-a-frustracao-ainda-na-infancia-meio3.jpg 570w, https:\/\/quindim.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2024\/08\/Por-que-e-importante-a-crianca-aprender-a-lidar-com-a-frustracao-ainda-na-infancia-meio3-150x108.jpg 150w\" sizes=\"(max-width: 570px) 100vw, 570px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\"><em>Foto: Canva<\/em><\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Para Marina, o primeiro passo para promover uma educa\u00e7\u00e3o que respeite as diferentes inf\u00e2ncias que existem \u00e9 o <strong>di\u00e1logo cont\u00ednuo<\/strong>: conversar com as crian\u00e7as sobre o tema, acompanhando o que eles t\u00eam lido e assistido e, principalmente, sobre as caracter\u00edsticas que cada um tem, independente de ser menino ou menina. <\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A especialista diz ainda que \u00e9 essencial, durante o di\u00e1logo, n\u00e3o condenar os pequenos pelo que eles possam falar: <strong>muitas vezes, as crian\u00e7as est\u00e3o apenas reproduzindo aquilo que escutaram<\/strong>. Por isso, \u00e9 bom que o adulto escute e aponte as poss\u00edveis problem\u00e1ticas sem julgamento. <\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\">\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u201cExiste tamb\u00e9m um medo por parte dos respons\u00e1veis de que, l\u00e1 fora, seus filhos sejam maltratados se n\u00e3o agirem conforme as \u2018leis\u2019 dos g\u00eaneros. Ent\u00e3o o di\u00e1logo e escuta com esses adultos tamb\u00e9m \u00e9 muito importante.\u201d &#8211; Marina Speranza.<\/p>\n<\/blockquote>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Direto do Instagram: <\/strong><a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/p\/DEc3oqmooBS\/?img_index=1\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener nofollow\">8 livros infantis para refletir sobre autoestima <\/a><\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading subtituloh2\"><strong>Livros com meninos e meninas diversos<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Marina acredita ser muito v\u00e1lido usar a literatura, e outras formas de narrativas, como uma grande aliada para a quebra desses estere\u00f3tipos ao inv\u00e9s de refor\u00e7\u00e1-lo, como acontece ainda em algumas obras. \u00c9 o que tamb\u00e9m defende Faf\u00e1 Conta, atriz e contadora de hist\u00f3rias profissional. \u201cAs hist\u00f3rias podem ter muitas fun\u00e7\u00f5es e podem tamb\u00e9m n\u00e3o ter fun\u00e7\u00e3o alguma e ser, simplesmente, um momento gostoso de leitura. Mas acima de tudo, a hist\u00f3ria nos alimenta, fortalece e nos ajuda a viver\u201d, diz em entrevista ao <strong>Clube Quindim<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Para a atriz, contar hist\u00f3rias para crian\u00e7as \u00e9 similar \u00e0 introdu\u00e7\u00e3o alimentar: para uma alimenta\u00e7\u00e3o rica e saud\u00e1vel, \u00e9 importante <strong>diversificar os alimentos, oferecendo ferramentas para que elas enrique\u00e7am a vida e ampliem seus olhares<\/strong>. \u201cSe voc\u00ea s\u00f3 oferecer cenoura, que \u00e9 muito boa, a crian\u00e7a vai acabar ficando capenga em outros nutrientes\u201d, compara.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Veja tamb\u00e9m: <\/strong><a href=\"https:\/\/quindim.com.br\/blog\/livros-sobre-diversidade-para-ler-em-familia\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">8 livros sobre diversidade para ler em fam\u00edlia<\/a><\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-full\"><a href=\"https:\/\/conteudo.quindim.com.br\/assinar-newsletter-banner-blog\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><img decoding=\"async\" width=\"770\" height=\"200\" src=\"https:\/\/quindim.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2024\/08\/BannerConteudo_RecebaDicas.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-64972\" title=\"\" srcset=\"https:\/\/quindim.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2024\/08\/BannerConteudo_RecebaDicas.jpg 770w, https:\/\/quindim.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2024\/08\/BannerConteudo_RecebaDicas-768x199.jpg 768w, https:\/\/quindim.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2024\/08\/BannerConteudo_RecebaDicas-150x39.jpg 150w\" sizes=\"(max-width: 770px) 100vw, 770px\" \/><\/a><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Quando os pequenos escutam hist\u00f3rias, eles acabam descobrindo diferentes maneiras de ser: \u2018Nossa, esse menino chora, ent\u00e3o eu tamb\u00e9m posso ser um menino e chorar\u2019 ou \u2018Caramba, essa garota \u00e9 muito boa de bola. Que legal, porque eu tamb\u00e9m sou!\u2019. A literatura, quando bem feita, permite \u00e0s crian\u00e7as algo que \u00e9 inerente \u00e0 inf\u00e2ncia: experimentar. \u201cEnt\u00e3o, quando as garotas se deparam, por exemplo, com hero\u00ednas, elas entendem que \u00e9 permitido ser forte, valente e, de repente, at\u00e9 desobedecer. Elas n\u00e3o precisam fazer o que todos mandam\u201d, diz Faf\u00e1.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">No meio da pandemia, Faf\u00e1 Conta fez uma live narrando a hist\u00f3ria de um menino que decidiu experimentar uma saia. Para alguns adultos, essa \u00fanica cena seria motivo para muito debate e alvoro\u00e7o, mas a artista diz que recebeu o relato de uma m\u00e3e, cuja filha escutou a hist\u00f3ria e disse apenas: \u2018Nossa, e da\u00ed? Grande coisa!\u2019 \u201cEnt\u00e3o, algumas vezes, pensamos que vamos chocar a sociedade, mas para muitas crian\u00e7as, \u00e9 apenas um menino experimentando uma roupa, nada demais\u201d,&nbsp; conta a atriz.<\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\">\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u201cN\u00e3o existe coisa de menina e de menino. Boneca \u00e9 boneca. Boneca n\u00e3o \u00e9 de menina, \u00e9 de crian\u00e7a, que pode brincar de boneca ou de carrinho.\u201d &#8211; Faf\u00e1 Conta.<\/p>\n<\/blockquote>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Veja tamb\u00e9m:<\/strong> <a href=\"https:\/\/quindim.com.br\/blog\/brincar-de-boneca\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Brincar de boneca \u00e9 bom!&nbsp;Para meninas e meninos<\/a><\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading subtituloh2\">Estante Quindim<\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">H\u00e1 muitas obras, atualmente, que narram personagens diversos: meninos que choram ou brigam; meninas comportadas ou arteiras. Conhe\u00e7a abaixo t\u00edtulos do cat\u00e1logo do <strong>Clube Quindim<\/strong> que contam a hist\u00f3ria de garotos e garotas de todos os tipos:<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-columns is-layout-flex wp-container-core-columns-is-layout-8f761849 wp-block-columns-is-layout-flex\">\n<div class=\"wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow\"><div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-medium\"><img decoding=\"async\" width=\"300\" height=\"300\" src=\"https:\/\/quindim.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2019\/08\/Capa-Frente-Princesinha-medrosa-transparente-e1721414252243-300x300.png\" alt=\"A princesinha medrosa (autor Odilon Moraes, editora Jujuba)\" class=\"wp-image-62891\" style=\"aspect-ratio:1;object-fit:contain\" title=\"\" srcset=\"https:\/\/quindim.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2019\/08\/Capa-Frente-Princesinha-medrosa-transparente-e1721414252243-300x300.png 300w, 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medrosa<\/a><\/em><\/em><\/em><\/em><\/em>, de Odilon Moraes<br>Editora: Jujuba<br>Faixa et\u00e1ria: 0 a +9 anos<br><\/figcaption><\/figure>\n<\/div><\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow\"><div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-medium\"><img decoding=\"async\" width=\"300\" height=\"300\" src=\"https:\/\/quindim.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2021\/10\/super-300x300.jpg\" alt=\"Super (autor Jean-Claude Alphen, editora Pulo do Gato)\" class=\"wp-image-32965\" style=\"aspect-ratio:1;object-fit:contain\" title=\"\" srcset=\"https:\/\/quindim.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2021\/10\/super-300x300.jpg 300w, https:\/\/quindim.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2021\/10\/super-150x150.jpg 150w, https:\/\/quindim.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2021\/10\/super-100x100.jpg 100w, https:\/\/quindim.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2021\/10\/super-24x24.jpg 24w, 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crian\u00e7as<\/p>\n","protected":false},"author":87,"featured_media":67869,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"_mbp_gutenberg_autopost":false,"footnotes":""},"categories":[505,499],"tags":[],"class_list":["post-67198","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-familia","category-literatura-infantil"],"acf":{"posts_relacionados":[22127,52938,56847]},"amp_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/quindim.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/67198","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/quindim.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/quindim.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/quindim.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/users\/87"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/quindim.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=67198"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/quindim.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/67198\/revisions"}],"acf:post":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/quindim.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/56847"},{"embeddable":true,"href":"https:\/\/quindim.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/52938"},{"embeddable":true,"href":"https:\/\/quindim.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/22127"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/quindim.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media\/67869"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/quindim.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=67198"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/quindim.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=67198"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/quindim.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=67198"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}