{"id":58936,"date":"2024-04-02T17:00:00","date_gmt":"2024-04-02T20:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/quindim.com.br\/blog\/?p=58936"},"modified":"2025-05-21T05:51:41","modified_gmt":"2025-05-21T08:51:41","slug":"o-que-e-depressao-infantil","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/quindim.com.br\/blog\/o-que-e-depressao-infantil\/","title":{"rendered":"O que \u00e9 a depress\u00e3o infantil?"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Quando se pensa em depress\u00e3o, \u00e9 comum que a doen\u00e7a seja imediatamente associada a pessoas adultas. <strong>No entanto, a depress\u00e3o infantil existe<\/strong>. E trazer este assunto \u00e0 tona \u00e9 importante para ajudar a <strong>derrubar tabus relativos ao tema e auxiliar fam\u00edlias<\/strong> que enfrentam ou possam vir a encarar a situa\u00e7\u00e3o.&nbsp;<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-full\"><img decoding=\"async\" width=\"570\" height=\"410\" src=\"https:\/\/quindim.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2024\/03\/O-que-e-a-depressao-infantil-meio1-1.jpg\" alt=\"O que \u00e9 a depress\u00e3o infantil?\nCrian\u00e7a sentada com m\u00e3o na cabe\u00e7a, express\u00e3o de ang\u00fastia\" class=\"wp-image-58976\" title=\"\" srcset=\"https:\/\/quindim.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2024\/03\/O-que-e-a-depressao-infantil-meio1-1.jpg 570w, https:\/\/quindim.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2024\/03\/O-que-e-a-depressao-infantil-meio1-1-150x108.jpg 150w\" sizes=\"(max-width: 570px) 100vw, 570px\" \/><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">De acordo com dados de 2020 da Organiza\u00e7\u00e3o Mundial da Sa\u00fade (OMS), a depress\u00e3o entre pessoas na faixa et\u00e1ria dos 6 aos 12 anos aumentou de 4,5% para 8% em dez anos. O <a href=\"https:\/\/www.unicef.org\/media\/114636\/file\/SOWC-2021-full-report-English.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener nofollow\">Fundo das Na\u00e7\u00f5es Unidas para a Inf\u00e2ncia (Unicef)<\/a> aponta que mais de 13% dos jovens entre 10 e 19 anos vivem com diagn\u00f3stico de transtorno mental. <strong>Ansiedade e depress\u00e3o s\u00e3o respons\u00e1veis por 40% desses diagn\u00f3sticos<\/strong>. Nos Estados Unidos, o <a href=\"https:\/\/www.cdc.gov\/childrensmentalhealth\/data.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener nofollow\">Centro de Controle e Preven\u00e7\u00e3o de Doen\u00e7as (CDC<\/a>) afirma que aproximadamente 2,7 milh\u00f5es de pessoas entre 3 e 17 anos t\u00eam depress\u00e3o (dados de 2016 a 2019).<br><br>Em meio aos n\u00fameros crescentes, um dos desafios no cen\u00e1rio da depress\u00e3o infantil \u00e9 identificar os sinais de que uma crian\u00e7a pode estar passando por essa situa\u00e7\u00e3o. &#8220;<strong>A depress\u00e3o infantil aparece das mais diferentes formas<\/strong> e \u00e9 um dos diagn\u00f3sticos mais delicados para se fazer ou mesmo para suspeitar, porque pode ser confuso&#8221;, explica a dra. Marta de Oliveira Gon\u00e7alves, psic\u00f3loga e psicopedagoga.<br><br>Isso porque tanto crian\u00e7as menores quanto adolescentes podem apresentar sintomas que se misturam com caracter\u00edsticas da faixa et\u00e1ria. De acordo com a dra. Marta, por exemplo: uma birra persistente pode ser, na verdade, irritabilidade exacerbada; uma queda no interesse por atividades que costumavam ser desejadas tem chances de ser confundida com cansa\u00e7o. &#8220;<strong>Um dos pontos importantes a se observar \u00e9 a mudan\u00e7a de comportamento no geral, que costuma ter sempre um certo padr\u00e3o de perda de interesse em atividades que antes eram prazerosas<\/strong>. O desafio est\u00e1 em separar pontos como irritabilidade, apatia, humor mais triste de outras quest\u00f5es que fazem parte da faixa et\u00e1ria e at\u00e9 de outros transtornos que tamb\u00e9m podem aparecer na inf\u00e2ncia&#8221;, continua a especialista.<br><br>Casos de depress\u00e3o infantil tamb\u00e9m podem apresentar altera\u00e7\u00e3o no sono e no apetite, sintomas comumente vistos quando a quest\u00e3o atinge os adultos. Ainda podem surgir dores, principalmente nas crian\u00e7as menores, que n\u00e3o conseguem verbalizar o que sentem. Nesses casos, quando se vai investigar uma causa f\u00edsica que explique o desconforto, n\u00e3o s\u00e3o encontrados motivos para as dores apresentadas.<br><br>De acordo com a <a href=\"https:\/\/www.sbp.com.br\/imprensa\/detalhe\/nid\/aumento-da-depressao-na-infancia-e-adolescencia-preocupa-pediatras\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener nofollow\">Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP)<\/a>, alguns dos sintomas de depress\u00e3o em crian\u00e7as s\u00e3o:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>Sentimento de culpa ou baixa autoestima<\/li>\n\n\n\n<li>Dificuldade de tomar decis\u00f5es<\/li>\n\n\n\n<li>Dist\u00farbios do sono, como sonol\u00eancia excessiva, ins\u00f4nia, despertar precoce<\/li>\n\n\n\n<li>Humor deprimido, apatia<\/li>\n\n\n\n<li>Desinteresse pelas atividades habituais e por brincadeiras<\/li>\n\n\n\n<li>Redu\u00e7\u00e3o da energia ou irritabilidade\/agita\u00e7\u00e3o<\/li>\n\n\n\n<li>Dificuldade de concentra\u00e7\u00e3o<\/li>\n\n\n\n<li>Altera\u00e7\u00f5es do apetite<\/li>\n\n\n\n<li>Agita\u00e7\u00e3o psicomotora ou lentid\u00e3o<\/li>\n\n\n\n<li>Pensamentos suicidas<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Como dito anteriormente, entre os menores de 12 anos tamb\u00e9m podem surgir situa\u00e7\u00f5es como dor abdominal, dor de cabe\u00e7a, n\u00e1useas, dores em membros inferiores, al\u00e9m de choro f\u00e1cil, comportamento de roer unhas ou morder l\u00e1pis, recusa em ir \u00e0 escola e dificuldades escolares. A <a href=\"https:\/\/adaa.org\/learn-from-us\/from-the-experts\/blog-posts\/consumer\/childhood-depression\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener nofollow\">Associa\u00e7\u00e3o Americana de Ansiedade e Depress\u00e3o<\/a> (ADAA, na sigla em ingl\u00eas) ressalta que <strong>nem todos os sintomas precisam estar presentes para existir um diagn\u00f3stico.<\/strong> A organiza\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m explica que, geralmente, para preencher os crit\u00e9rios de depress\u00e3o, os sintomas ocorrem na maioria dos dias, durante ao menos duas semanas.&nbsp;<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-full\"><a href=\"https:\/\/quindim.com.br\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><img decoding=\"async\" width=\"770\" height=\"200\" src=\"https:\/\/quindim.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2024\/08\/BannerConteudo_IdadeFilho.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-64970\" title=\"\" srcset=\"https:\/\/quindim.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2024\/08\/BannerConteudo_IdadeFilho.jpg 770w, https:\/\/quindim.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2024\/08\/BannerConteudo_IdadeFilho-768x199.jpg 768w, https:\/\/quindim.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2024\/08\/BannerConteudo_IdadeFilho-150x39.jpg 150w\" sizes=\"(max-width: 770px) 100vw, 770px\" \/><\/a><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading subtituloh2\"><strong>O que fazer diante da depress\u00e3o infantil?<\/strong><\/h2>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-full\"><img decoding=\"async\" width=\"570\" height=\"410\" src=\"https:\/\/quindim.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2024\/03\/O-que-e-a-depressao-infantil-meio2.jpg\" alt=\"O que \u00e9 a depress\u00e3o infantil?\nMenina com cara de choro, tristeza extrema, abra\u00e7ada com um bicho de pel\u00facia enquanto ao fundo h\u00e1 uma discuss\u00e3o de casal.\" class=\"wp-image-58982\" title=\"\" srcset=\"https:\/\/quindim.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2024\/03\/O-que-e-a-depressao-infantil-meio2.jpg 570w, https:\/\/quindim.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2024\/03\/O-que-e-a-depressao-infantil-meio2-150x108.jpg 150w\" sizes=\"(max-width: 570px) 100vw, 570px\" \/><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Para a psic\u00f3loga e psicopedagoga Marta Gon\u00e7alves, <strong>um ponto de alerta para considerar a possibilidade de uma crian\u00e7a estar com depress\u00e3o \u00e9 a inexist\u00eancia de uma raz\u00e3o f\u00edsica para os sintomas<\/strong> \u2013 lembrando que \u00e9 sempre fundamental fazer uma investiga\u00e7\u00e3o m\u00e9dica para o que a crian\u00e7a est\u00e1 relatando.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Se n\u00e3o h\u00e1 uma raz\u00e3o f\u00edsica, o que sobra? O emocional. Investigar o emocional \u00e9 um h\u00e1bito que as pessoas, muitas vezes, n\u00e3o t\u00eam&#8221;, aponta a especialista, que ainda ressalta o risco de comportamentos comumente vistos entre os adultos para situa\u00e7\u00f5es da inf\u00e2ncia, como acreditar que &#8220;vai acabar passando&#8221;. &#8220;[\u00c9 necess\u00e1ria] uma investiga\u00e7\u00e3o psicol\u00f3gica para ver o que est\u00e1 acontecendo com as emo\u00e7\u00f5es dessa crian\u00e7a&#8221;, diz ela.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Mas de onde vem tudo isso? Marta explica que o humor deprimido pode surgir, por exemplo, por dificuldades de relacionamentos, por a crian\u00e7a n\u00e3o conseguir fazer amigos, por ela tentar realizar algumas coisas que n\u00e3o d\u00e3o certo. &#8220;S\u00e3o v\u00e1rias as raz\u00f5es e \u00e9 preciso investigar o motivo da crian\u00e7a em quest\u00e3o. Isso \u00e9 muito individual&#8221;, pontua. <strong>Ela tamb\u00e9m aponta para cuidados com din\u00e2micas familiares do dia a dia, como ter conversas que n\u00e3o s\u00e3o adequadas perto dos filhos, imaginando que eles n\u00e3o est\u00e3o ouvindo e entendendo do que se trata<\/strong>. &#8220;As crian\u00e7as s\u00e3o muito mais espertas do que se pensa. E, \u00e0s vezes, elas chegam ao consult\u00f3rio preocupadas com problemas de adultos ou dizendo t\u00eam medo de fazer determinadas perguntas por achar que v\u00e3o deixar a m\u00e3e triste, por exemplo (&#8230;). Esse sofrimento da crian\u00e7a vai se manifestar de alguma maneira&#8221;, explica.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Alguns dos fatores de risco para a depress\u00e3o infantil, segundo a SBP, tamb\u00e9m envolvem:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>Problemas emocionais graves durante a gesta\u00e7\u00e3o<\/li>\n\n\n\n<li>Hist\u00f3ria familiar de depress\u00e3o ou transtornos psiqui\u00e1tricos<\/li>\n\n\n\n<li>Tentativa de suic\u00eddio em parente pr\u00f3ximo<\/li>\n\n\n\n<li>Depress\u00e3o materna<\/li>\n\n\n\n<li>Estresse t\u00f3xico na inf\u00e2ncia, incluindo agress\u00f5es f\u00edsicas, morais e verbais<\/li>\n\n\n\n<li>Excesso de cobran\u00e7a<\/li>\n\n\n\n<li>Abuso sexual <\/li>\n\n\n\n<li><em>Cyberbullying<\/em><\/li>\n\n\n\n<li>Exposi\u00e7\u00e3o excessiva \u00e0s telas<\/li>\n\n\n\n<li>Exposi\u00e7\u00e3o a conte\u00fados inadequados ou violentos (atrav\u00e9s de games, v\u00eddeos, filmes, desenhos e mensagens de texto)<\/li>\n\n\n\n<li>Quadro de ansiedade excessiva<\/li>\n\n\n\n<li>Priva\u00e7\u00e3o cr\u00f4nica de sono (por hor\u00e1rios inadequados de dormir e despertar e quantidade insuficiente de horas de sono)<\/li>\n\n\n\n<li>Terceiriza\u00e7\u00e3o da inf\u00e2ncia com redu\u00e7\u00e3o do tempo de presen\u00e7a dos pais<\/li>\n\n\n\n<li>Oportunidades de brincadeiras restritas<\/li>\n\n\n\n<li>Limita\u00e7\u00e3o de tempo ao ar livre e de brincadeiras na natureza<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Quando os sinais de alerta surgem, a escola pode ter papel fundamental no processo de entender o que est\u00e1 acontecendo e das iniciativas que precisam ser tomadas em busca de ajuda. <strong>Faz parte da responsabilidade dos profissionais que atuam diretamente com as crian\u00e7as no ambiente escolar informar os pais sobre altera\u00e7\u00f5es de comportamento que aconte\u00e7am ali, como mudan\u00e7as que n\u00e3o fazem sentido em compara\u00e7\u00e3o com o que a crian\u00e7a sempre foi durante as atividades e intera\u00e7\u00f5es dentro da escola<\/strong>.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-full\"><a href=\"https:\/\/conteudo.quindim.com.br\/assinar-newsletter-banner-blog\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><img decoding=\"async\" width=\"770\" height=\"200\" src=\"https:\/\/quindim.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2024\/08\/BannerConteudo_RecebaDicas.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-64972\" title=\"\" srcset=\"https:\/\/quindim.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2024\/08\/BannerConteudo_RecebaDicas.jpg 770w, https:\/\/quindim.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2024\/08\/BannerConteudo_RecebaDicas-768x199.jpg 768w, https:\/\/quindim.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2024\/08\/BannerConteudo_RecebaDicas-150x39.jpg 150w\" sizes=\"(max-width: 770px) 100vw, 770px\" \/><\/a><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading subtituloh2\"><strong>Como tratar a depress\u00e3o infantil?<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A busca por ajuda profissional, como a de um psic\u00f3logo, \u00e9 a principal recomenda\u00e7\u00e3o quando existe a desconfian\u00e7a do quadro. O diagn\u00f3stico adequado s\u00f3 poder\u00e1 ser feito por um especialista capacitado para isso.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Para a dra. Marta, \u00e9 importante n\u00e3o perder de vista a integridade f\u00edsica da crian\u00e7a. &#8220;[Para definir um tratamento] o que vai ser avaliado ser\u00e1 o quanto aquela crian\u00e7a est\u00e1 comprometida, o quanto o humor est\u00e1 deprimido e se n\u00e3o h\u00e1 idea\u00e7\u00f5es suicidas \u2013 n\u00e3o \u00e9 porque estamos falando de crian\u00e7as que isso n\u00e3o pode acontecer. Existem casos de crian\u00e7as falando em desaparecer, morrer, sumir&#8221;, relata ela. De acordo com a <a href=\"https:\/\/www.sbp.com.br\/imprensa\/detalhe\/nid\/aumento-da-depressao-na-infancia-e-adolescencia-preocupa-pediatras\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener nofollow\">SBP<\/a>, dados de tentativas ou consuma\u00e7\u00e3o de suic\u00eddio t\u00eam aumentado na adolesc\u00eancia e em idades cada vez mais precoces. &#8220;O que \u00e9 avaliado para encaminhamento para a psiquiatria infantil inclui o comprometimento do quadro e h\u00e1 quanto tempo a crian\u00e7a apresenta os sintomas. O psic\u00f3logo \u00e9 um profissional apto para isso. Inicialmente, pode ser feita uma avalia\u00e7\u00e3o em conversa com os pais e, depois, com a crian\u00e7a. Ent\u00e3o, verifica-se a necessidade de seguir para um psiquiatra&#8221;, continua a especialista.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading subtituloh2\"><strong>\u00c9 poss\u00edvel prevenir?<\/strong><\/h2>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-full\"><img decoding=\"async\" width=\"570\" height=\"410\" src=\"https:\/\/quindim.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2024\/03\/O-que-e-a-depressao-infantil-meio3.jpg\" alt=\"O que \u00e9 a depress\u00e3o infantil?\nPai sentado ao ch\u00e3o conversando com a filha que olha para ele sentada ao sof\u00e1\" class=\"wp-image-58984\" title=\"\" srcset=\"https:\/\/quindim.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2024\/03\/O-que-e-a-depressao-infantil-meio3.jpg 570w, https:\/\/quindim.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2024\/03\/O-que-e-a-depressao-infantil-meio3-150x108.jpg 150w\" sizes=\"(max-width: 570px) 100vw, 570px\" \/><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Para a SBP, \u00e9 papel do pediatra, a cada consulta, investigar quest\u00f5es relacionadas ao estado comportamental e emocional da crian\u00e7a. &#8220;Conversar sobre seu estado de humor e sobre os seus sentimentos deve fazer parte da consulta, assim como a investiga\u00e7\u00e3o de uma rotina inadequada ou de indicativos de estresse t\u00f3xico e fatores de risco para depress\u00e3o e transtornos psiqui\u00e1tricos&#8221;, <a href=\"https:\/\/www.sbp.com.br\/imprensa\/detalhe\/nid\/aumento-da-depressao-na-infancia-e-adolescencia-preocupa-pediatras\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener nofollow\">diz publica\u00e7\u00e3o da sociedade<\/a>.<br><br>A dra. Marta explica tamb\u00e9m que &#8220;uma maneira de ajudar no desenvolvimento da crian\u00e7a \u00e9 trazer <strong>equil\u00edbrio entre as necessidades dela e o b\u00e1sico \u2013 higiene, alimenta\u00e7\u00e3o, rotina, sono<\/strong>. \u00c0s vezes, acontece de existir uma rotina em que a crian\u00e7a tem que se adequar \u00e0 fam\u00edlia e n\u00e3o o contr\u00e1rio. Quando o beb\u00ea nasce, a rotina tem que ser dele. A hora que vai dormir, acordar, porque existe uma necessidade ali. Conforme a crian\u00e7a cresce, as coisas v\u00e3o se equilibrando (&#8230;). Outro aspecto \u00e9 a rotina social, ou seja, uma crian\u00e7a precisa conviver com outras crian\u00e7as e n\u00e3o somente com adultos&#8221;, conta ela.<br><br><strong>A especialista d\u00e1 outras dicas para encontrar o equil\u00edbrio nas atividades do dia a dia, mantendo uma rotina saud\u00e1vel e que seja compat\u00edvel com a idade da crian\u00e7a. Por exemplo, convidar amigos do seu filho para fazer algo em casa (como pintar), ir ao parque, ao cinema<\/strong> (para os que j\u00e1 se adaptam ao passeio, sempre se lembrando de conferir a classifica\u00e7\u00e3o indicativa dos filmes). A dra. Marta tamb\u00e9m recomenda que as fam\u00edlias se informem sobre realizar uma orienta\u00e7\u00e3o de pais com um psic\u00f3logo. Trata-se de um servi\u00e7o, e n\u00e3o de uma terapia, para quem &#8220;quer entender melhor como cuidar dos filhos, uma conversa sobre o emocional&#8221;, explica.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading subtituloh2\"><strong>Em meio a tudo isso, a pandemia<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><a href=\"https:\/\/revistapesquisa.fapesp.br\/en\/younger-people-suffering-from-anxiety-and-depression\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener nofollow\">Um trabalho publicado em 2021 pelo peri\u00f3dico JAMA Pediatrics<\/a>, liderado pela pesquisadora Nicole Racine, da Universidade de Alberta, no Canad\u00e1, chegou a algumas informa\u00e7\u00f5es depois de avaliar dados de 29 estudos com crian\u00e7as e adolescentes, envolvendo 80.879 pessoas, de diversos pa\u00edses: um em cada quatro (25,2%) tinha sintomas de depress\u00e3o, enquanto um em cada cinco (20,5%) apresentava sintomas de ansiedade. De acordo com o levantamento, os n\u00fameros dobraram em ambos os casos na compara\u00e7\u00e3o com o per\u00edodo pr\u00e9-pandemia (eram 12,9% e 11,6%, respectivamente).<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u201cEstar socialmente isolado, mantido longe dos amigos, da rotina escolar e das intera\u00e7\u00f5es sociais est\u00e1 se provando muito dif\u00edcil para as crian\u00e7as\u201d, disse Sheri Madigan, psic\u00f3loga cl\u00ednica e co-autora do trabalho, em um texto publicado no <em>site <\/em>da institui\u00e7\u00e3o na \u00e9poca da publica\u00e7\u00e3o.<br><br>Outro estudo, realizado pela <a href=\"https:\/\/jornal.usp.br\/atualidades\/pandemia-e-responsavel-por-cerca-de-36-dos-casos-de-depressao-em-criancas-e-adolescentes\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener nofollow\">Faculdade de Medicina da Universidade de S\u00e3o Paulo (USP)<\/a> e divulgado em outubro de 2021, mostrou que 36% dos jovens no Brasil apresentaram sintomas de depress\u00e3o e ansiedade durante a pandemia. O levantamento foi feito <em>online<\/em>, com cerca de 6 mil pessoas entre 5 e 17 anos, e apontou que uma em cada tr\u00eas crian\u00e7as e adolescentes possu\u00edam n\u00edveis de estresse emocional em intensidade considerada necess\u00e1ria para uma avalia\u00e7\u00e3o.<br><br>&#8220;<strong>Ainda n\u00e3o temos ideia do comprometimento na sa\u00fade mental geral que a pandemia deixou<\/strong>. Ainda estamos vivendo as consequ\u00eancias da pandemia e, para cada pessoa, isso \u00e9 de um jeito (&#8230;). Havia ali o medo de morrer e de pessoas que amamos morrerem, o medo de sair na rua, de se relacionar com os outros (&#8230;). [Em meio a tudo isso] h\u00e1 crian\u00e7as que sofrem muito caladas, que t\u00eam medo de falar com os pais [sobre o que sentem] porque querem evitar o sofrimento deles. (&#8230;) Ainda n\u00e3o sabemos qual foi o grau de comprometimento emocional de cada pessoa&#8221;, pontua a dra. Marta.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading subtituloh2\"><strong>Depress\u00e3o infantil na pauta<\/strong><\/h2>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-full\"><img decoding=\"async\" width=\"570\" height=\"410\" src=\"https:\/\/quindim.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2024\/03\/O-que-e-a-depressao-infantil-meio4.jpg\" alt=\"O que \u00e9 a depress\u00e3o infantil?\nM\u00e3e acomapanha filho em uma sess\u00e3o de psic\u00f3loga. O filho est\u00e1 repudiando a sess\u00e3o, virado de costas para a terapeuta, esta, por sua vez, tamb\u00e9m est\u00e1 de costas para a foto.\" class=\"wp-image-58986\" title=\"\" srcset=\"https:\/\/quindim.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2024\/03\/O-que-e-a-depressao-infantil-meio4.jpg 570w, https:\/\/quindim.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2024\/03\/O-que-e-a-depressao-infantil-meio4-150x108.jpg 150w\" sizes=\"(max-width: 570px) 100vw, 570px\" \/><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Trazer esse assunto para as discuss\u00f5es que envolvem o universo das crian\u00e7as e das fam\u00edlias colabora para que os pais e respons\u00e1veis fiquem atentos aos sinais e estejam melhor preparados para procurar ajuda. Al\u00e9m disso, <strong>informar-se mais sobre a depress\u00e3o infantil pode ajudar a derrubar o tabu de que o quadro n\u00e3o atinge as crian\u00e7as, abrindo a possibilidade de mais pessoas encontrarem o tratamento adequado conforme a situa\u00e7\u00e3o vivida.<\/strong><br><br>Outro tabu relacionado \u00e9 o de que a inf\u00e2ncia deve ser um lugar de plena felicidade. A psic\u00f3loga e psicopedagoga Marta lan\u00e7a uma reflex\u00e3o: ao manter uma ideia fantasiosa de que na inf\u00e2ncia s\u00f3 se \u00e9 feliz, de que maneira os pais est\u00e3o realmente preparando seus filhos para a vida adulta e as frustra\u00e7\u00f5es que vir\u00e3o com ela? Cuidar de uma crian\u00e7a envolve, segundo a especialista, <strong>um olhar dos pais tamb\u00e9m para o futuro.&nbsp;<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os respons\u00e1veis devem ter consci\u00eancia de que um dos pontos de aten\u00e7\u00e3o da depress\u00e3o infantil \u00e9 a <strong>dificuldade de as crian\u00e7as expressarem o que sentem e ficar atentos para conversar com seus filhos sobre sentimentos, como a tristeza<\/strong>, no lugar de somente tentar promover uma felicidade constante e plena. &#8220;Para elaborar o que se sente \u00e9 preciso conversar sobre isso. Os pais podem perguntar a seus filhos: &#8216;Por que voc\u00ea est\u00e1 t\u00e3o triste?&#8217; e <strong>conversar sobre o assunto, sem negar o sentimento<\/strong>&#8220;, exemplifica a dra. Marta.<br><br>O contato com livros infantis e juvenis que, por exemplo, tragam os sentimentos como tem\u00e1tica \u00e9 um \u00f3timo caminho para abrir o di\u00e1logo na fam\u00edlia. &#8220;<strong>Ler para o seu filho (ou com ele) antes de dormir \u00e9 uma maneira de criar um momento para conversar<\/strong>&#8220;, aponta a especialista. Com isso, existe a chance de a crian\u00e7a encontrar um caminho para expor o que sente. &#8220;Se a crian\u00e7a j\u00e1 for trabalhando assim desde pequena, vai ser muito mais f\u00e1cil na adolesc\u00eancia (&#8230;). Todo livro nos faz pensar em nossa vida. Vivemos com os personagens&#8221;, conclui.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A dra. Marta destaca obras que podem ser aliadas nesse processo, como: &#8220;Emocion\u00e1rio&#8221; (Cristina Nu\u00f1ez Pereira e Rafael R. Valc\u00e1rcel, Editora Sextante), um tipo de dicion\u00e1rio de emo\u00e7\u00f5es que ajuda a esclarecer o que se est\u00e1 sentindo; &#8220;Uma fam\u00edlia parecida com a da gente&#8221; (Rosa Amanda Strausz, Editora \u00c1tica) aborda a exist\u00eancia de diferentes configura\u00e7\u00f5es de fam\u00edlia; &#8220;Ficar com raiva n\u00e3o \u00e9 ruim&#8221; (Michaelene Mundy, Paulus Editora), sobre como lidar com esse sentimento; &#8220;Maria vai com as outras&#8221; (Sylvia Orthof, Editora \u00c1tica) traz a quest\u00e3o de se ter a pr\u00f3pria opini\u00e3o.<br><br>Confira tamb\u00e9m obras selecionadas pelo Clube Quindim, de assinatura de livros infantis, que falam com as crian\u00e7as sobre <a href=\"https:\/\/quindim.com.br\/blog\/livros-para-falar-sobre-autoestima\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">autoestima<\/a>, <a href=\"https:\/\/quindim.com.br\/blog\/temas-dificeis\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">temas dif\u00edceis (como morte e separa\u00e7\u00e3o)<\/a>, <a href=\"https:\/\/quindim.com.br\/blog\/7-livros-infantis-sobre-familias\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">diferentes tipos de fam\u00edlia<\/a> e a <a href=\"https:\/\/quindim.com.br\/blog\/quem-nos-somos\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">import\u00e2ncia de ser quem se \u00e9<\/a>.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-full\"><a href=\"https:\/\/quindim.com.br\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><img decoding=\"async\" width=\"1116\" height=\"387\" src=\"https:\/\/quindim.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2024\/09\/BannerHome_LivrosTransformadores.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-64968\" title=\"\" srcset=\"https:\/\/quindim.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2024\/09\/BannerHome_LivrosTransformadores.jpg 1116w, https:\/\/quindim.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2024\/09\/BannerHome_LivrosTransformadores-768x266.jpg 768w, https:\/\/quindim.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2024\/09\/BannerHome_LivrosTransformadores-150x52.jpg 150w\" sizes=\"(max-width: 1116px) 100vw, 1116px\" \/><\/a><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading subtituloh2\">Estante Quindim<\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Conhe\u00e7a livros infantis que ajudam as crian\u00e7as a conversar e elaborar seus sentimentos:<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-columns is-layout-flex wp-container-core-columns-is-layout-8f761849 wp-block-columns-is-layout-flex\">\n<div class=\"wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow\"><div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-full is-resized\"><img decoding=\"async\" width=\"360\" height=\"360\" src=\"https:\/\/quindim.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2021\/10\/vazio.jpg\" alt=\"Vazio (autora Catarina Sobral, editora 34).\" class=\"wp-image-32956\" style=\"aspect-ratio:4\/3;object-fit:contain;width:247px;height:auto\" title=\"\" srcset=\"https:\/\/quindim.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2021\/10\/vazio.jpg 360w, https:\/\/quindim.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2021\/10\/vazio-300x300.jpg 300w, https:\/\/quindim.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2021\/10\/vazio-150x150.jpg 150w, https:\/\/quindim.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2021\/10\/vazio-100x100.jpg 100w, https:\/\/quindim.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2021\/10\/vazio-24x24.jpg 24w, https:\/\/quindim.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2021\/10\/vazio-48x48.jpg 48w, https:\/\/quindim.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2021\/10\/vazio-96x96.jpg 96w\" sizes=\"(max-width: 360px) 100vw, 360px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\"><em><em><a href=\"https:\/\/quindim.com.br\/selecoes\/livro\/vazio\/catarina-sobral\/9788573265798\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Vazio<\/a><\/em><\/em>, de Catarina Sobral<\/figcaption><\/figure>\n<\/div><\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow\"><div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-full\"><img decoding=\"async\" width=\"360\" height=\"453\" src=\"https:\/\/quindim.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2021\/10\/a-raiva.jpg\" alt=\"a raiva\" class=\"wp-image-33777\" style=\"aspect-ratio:4\/3;object-fit:contain\" title=\"\"><figcaption class=\"wp-element-caption\"><em><a href=\"https:\/\/quindim.com.br\/selecoes\/livro\/a-raiva\/blandina-franco\/9788566642308\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">A Raiva<\/a><\/em>, de Blandina Franco<\/figcaption><\/figure>\n<\/div><\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow\"><div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-full is-resized\"><img decoding=\"async\" width=\"393\" height=\"324\" src=\"https:\/\/quindim.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2022\/01\/Por-que-choramos..jpg\" alt=\"Por que choramos?\" class=\"wp-image-35524\" style=\"aspect-ratio:4\/3;object-fit:contain;width:264px\" title=\"\"><figcaption class=\"wp-element-caption\"><em><a href=\"https:\/\/quindim.com.br\/selecoes\/livro\/por-que-choramos%3F\/fran-pintadera\/9788546903313\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><em>Por que choramo<\/em>s?<\/a><\/em>, de Fran Pintadera<\/figcaption><\/figure>\n<\/div><\/div>\n<\/div>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading subtituloh2\">fontes<\/h2>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>&#8220;A identifica\u00e7\u00e3o da depress\u00e3o infantojuvenil: principais desafios encontrados na aten\u00e7\u00e3o prim\u00e1ria \u00e0 sa\u00fade&#8221;, na publica\u00e7\u00e3o cient\u00edfica The Research, Society and Development.<\/li>\n\n\n\n<li><em><a href=\"https:\/\/www.who.int\/activities\/improving-the-mental-and-brain-health-of-children-and-adolescents\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener nofollow\">Improving the mental and brain health of children and adolescents<\/a><\/em>. Acesso em: 19 mar. 2024.<\/li>\n\n\n\n<li><em><a href=\"https:\/\/iris.who.int\/bitstream\/handle\/10665\/356119\/9789240049338-eng.pdf?sequence=1&amp;isAllowed=y\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener nofollow\">World mental health report: transforming mental health for all<\/a><\/em>. Acesso em: 19 mar. 2024.<\/li>\n\n\n\n<li><em><a href=\"https:\/\/www.unicef.org\/media\/114636\/file\/SOWC-2021-full-report-English.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener nofollow\">The State of the World\u2019s Children 2021: On My Mind \u2013 Promoting, protecting and caring for children\u2019s mental health<\/a><\/em>. Acesso em: 19 mar. 2024.<\/li>\n\n\n\n<li><em><a href=\"https:\/\/www.cdc.gov\/childrensmentalhealth\/data.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener nofollow\">Data and Statistics on Children\u2019s Mental Health<\/a><\/em>. Acesso em: 19 mar. 2024.<\/li>\n\n\n\n<li><a href=\"https:\/\/www.sbp.com.br\/imprensa\/detalhe\/nid\/aumento-da-depressao-na-infancia-e-adolescencia-preocupa-pediatras\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener nofollow\">Aumento da depress\u00e3o na inf\u00e2ncia e adolesc\u00eancia preocupa pediatras<\/a>. Acesso em: 19 mar. 2024.&nbsp;<\/li>\n\n\n\n<li><a href=\"https:\/\/revistapesquisa.fapesp.br\/en\/younger-people-suffering-from-anxiety-and-depression\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener nofollow\">Younger people suffering from anxiety and depression<\/a>. Acesso em: 19 mar. 2024.&nbsp;<\/li>\n\n\n\n<li><a href=\"https:\/\/www.fiocruz.br\/biosseguranca\/Bis\/infantil\/deprssao-infantil.htm\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener nofollow\">Depress\u00e3o Infantil<\/a>. Acesso em: 19 mar. 2024.<\/li>\n\n\n\n<li><a href=\"https:\/\/drauziovarella.uol.com.br\/pediatria\/depressao-infantil-existe-e-tem-tratamento\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener nofollow\">Depress\u00e3o infantil existe e tem tratamento<\/a>. Acesso em: 19 mar. 2024.<\/li>\n\n\n\n<li><a href=\"https:\/\/www.ip.usp.br\/site\/noticia\/depressao-infantil-na-pandemia-uma-em-cada-quatro-criancas-sofre-diz-estudo\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener nofollow\">Depress\u00e3o infantil na pandemia: Uma em cada quatro crian\u00e7as sofre, diz estudo<\/a>. Acesso em: 19 mar. 2024.<\/li>\n\n\n\n<li><a href=\"https:\/\/www.unimed.coop.br\/viver-bem\/pais-e-filhos\/depressao-infantil-existe-mas-pode-ser-vencida-#:~:text=15%20Mar%C3%A7o%202022,para%208%25%20em%20uma%20d%C3%A9cada.\" target=\"_blank\" data-type=\"link\" data-id=\"https:\/\/www.unimed.coop.br\/viver-bem\/pais-e-filhos\/depressao-infantil-existe-mas-pode-ser-vencida-#:~:text=15%20Mar%C3%A7o%202022,para%208%25%20em%20uma%20d%C3%A9cada.\" rel=\"noreferrer noopener nofollow\">Depress\u00e3o infantil existe, mas pode ser vencida!<\/a>. Acesso em: 19 mar. 2024.<\/li>\n\n\n\n<li><a href=\"https:\/\/jornal.usp.br\/atualidades\/transtornos-mentais-em-adultos-comecam-na-infancia-em-75-dos-casos\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener nofollow\">Transtornos mentais em adultos come\u00e7am na inf\u00e2ncia em 75% dos casos<\/a>. Acesso em: 19 mar. 2024.<\/li>\n\n\n\n<li><a href=\"https:\/\/www.sbp.com.br\/imprensa\/detalhe\/nid\/covid-e-isolamento-criam-alerta-sobre-depressao-infantil\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener nofollow\">Covid e isolamento criam alerta sobre depress\u00e3o infantil<\/a>. Acesso em: 19 mar. 2024.<\/li>\n\n\n\n<li><em><a href=\"https:\/\/adaa.org\/learn-from-us\/from-the-experts\/blog-posts\/consumer\/childhood-depression\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener nofollow\">Childhood Depression<\/a><\/em>. Acesso em: 19 mar. 2024.<\/li>\n\n\n\n<li><a href=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/saude\/noticia\/2021-01\/rotina-com-atividades-divertidas-ajuda-evitar-depressao-infantil\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener nofollow\">Rotina com atividades divertidas ajuda a evitar depress\u00e3o infantil<\/a>. Acesso em: 19 mar. 2024.<\/li>\n\n\n\n<li><a href=\"https:\/\/lunetas.com.br\/depressao-infantil-como-as-escolas-podem-apoiar-casos-na-infancia\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener nofollow\">Como as escolas podem apoiar casos de depress\u00e3o infantil<\/a>. Acesso em: 19 mar. 2024.&nbsp;<\/li>\n\n\n\n<li><a href=\"https:\/\/jornal.usp.br\/atualidades\/pandemia-e-responsavel-por-cerca-de-36-dos-casos-de-depressao-em-criancas-e-adolescentes\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener nofollow\">Pandemia \u00e9 respons\u00e1vel por cerca de 36% dos casos de depress\u00e3o em crian\u00e7as e adolescentes<\/a>. Acesso em: 19 mar. 2024.<\/li>\n<\/ul>\n<!-- AddThis Advanced Settings generic via filter on the_content --><!-- AddThis Share Buttons generic via filter on the_content -->","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Apesar de, algumas vezes, ainda ser um tabu, o diagn\u00f3stico de depress\u00e3o infantil tem crescido pelo mundo. 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