{"id":58677,"date":"2024-03-19T15:40:35","date_gmt":"2024-03-19T18:40:35","guid":{"rendered":"https:\/\/quindim.com.br\/blog\/?p=58677"},"modified":"2025-05-21T05:51:44","modified_gmt":"2025-05-21T08:51:44","slug":"infancia-maternidade-ganham-os-murais-do-pais","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/quindim.com.br\/blog\/infancia-maternidade-ganham-os-murais-do-pais\/","title":{"rendered":"Inf\u00e2ncia e maternidade ganham os murais do pa\u00eds"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Num mundo que valoriza cada vez menos a arte e as mulheres, como conciliar a maternidade e o mundo art\u00edstico? Al\u00e9m da luta para que a profiss\u00e3o seja reconhecida, o desafio de se estabelecer no mercado \u2014 <strong>ao mesmo tempo em que cuida dos filhos e tenta pagar as contas<\/strong> \u2014, a viol\u00eancia de g\u00eanero se faz ainda mais presente em um nicho espec\u00edfico: na arte de rua.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">As viol\u00eancias a que mulheres que pintam e exp\u00f5em seus trabalhos nos murais das grandes cidades s\u00e3o submetidas s\u00e3o uma barreira a mais, sem d\u00favida. Mas n\u00e3o as impedem de continuar ganhando o mundo: nos \u00faltimos anos, <strong>v\u00e1rias artistas brasileiras passaram a reivindicar seus espa\u00e7os<\/strong> e, com isso, temas como a maternidade e a inf\u00e2ncia se tornaram cada vez mais presentes nos muros do pa\u00eds.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-full is-resized\"><img decoding=\"async\" width=\"570\" height=\"410\" src=\"https:\/\/quindim.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2024\/03\/Infancia-e-maternidade-ganham-os-murais-do-pais_Mural-Daiara-Tukano.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-58787\" style=\"width:603px;height:auto\" title=\"\" srcset=\"https:\/\/quindim.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2024\/03\/Infancia-e-maternidade-ganham-os-murais-do-pais_Mural-Daiara-Tukano.jpg 570w, https:\/\/quindim.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2024\/03\/Infancia-e-maternidade-ganham-os-murais-do-pais_Mural-Daiara-Tukano-150x108.jpg 150w\" sizes=\"(max-width: 570px) 100vw, 570px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\"> &#8220;Selva M\u00e3e do Rio Menino&#8221;, arte de Daiara Tukano pintada no Edif\u00edcio Levy, centro de Belo Horizonte. Cr\u00e9dito: Divulga\u00e7\u00e3o.<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O termo muralismo nasceu a partir das pinturas feitas no in\u00edcio do s\u00e9culo XX, especialmente no M\u00e9xico. Para elaborar seus murais, realistas e monumentais, os artistas se inspiraram nas antigas culturas maia e asteca, na arte popular e no folclore mexicano do per\u00edodo colonial, que se aliaram com o passar do tempo \u00e0s contribui\u00e7\u00f5es das vanguardas art\u00edsticas europeias, principalmente o expressionismo. <strong>A ideia dos artistas da \u00e9poca era justamente romper com a academia, criando uma arte original e ao mesmo tempo moderna.<\/strong><br><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O movimento conduzido inicialmente e por muito tempo por homens \u2014 um dos grandes nomes do cen\u00e1rio mexicano \u00e9 Diego Rivera, marido de Frida Kahlo \u2014 chegou com mais for\u00e7a no Brasil apenas no final dos anos 1970. Seu principal representante foi C\u00e2ndido Portinari, que pintou grandes pain\u00e9is como o de Tiradentes, hoje no Memorial da Am\u00e9rica Latina, em S\u00e3o Paulo; os da sala da Funda\u00e7\u00e3o Hisp\u00e2nica na Biblioteca do Congresso americano, em Washington; e o famoso Guerra e paz para a sede da ONU, em Nova York.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Veja tamb\u00e9m: <a href=\"https:\/\/quindim.com.br\/blog\/livros-para-repensar-o-espaco-urbano\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">7 livros para pensar o espa\u00e7o urbano<\/a>.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading subtituloh2\"><strong>Viol\u00eancia de g\u00eanero<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Mas, se no in\u00edcio a arte mural era dominada quase exclusivamente por homens, <strong>cada vez mais um n\u00famero crescente de mulheres vem se aprimorando na t\u00e9cnica<\/strong>. Antes, no entanto, elas tiveram que percorrer um longo e tortuoso caminho.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A artista Di Couto relembra que quando come\u00e7ou a pintar nos muros do Rio de Janeiro, onde mora, os espa\u00e7os eram muito mais hostis \u2014 numa \u00e9poca em que o grafite, assim como o muralismo \u2014 era ainda muito criminalizado.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Comecei aos 15 anos e naquela \u00e9poca pintar nas ruas do Rio de Janeiro era muito desafiador, principalmente pela exposi\u00e7\u00e3o \u00e0 viol\u00eancia durante o processo. Outro ponto era a quest\u00e3o da criminaliza\u00e7\u00e3o do grafite, muita gente n\u00e3o gostava. <strong>A arte de rua era recriminada em v\u00e1rios aspectos<\/strong>&#8220;, contou.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A artista Panmela Castro, que trabalha com arte de rua desde o in\u00edcio dos anos 2000, revelou em uma <a href=\"https:\/\/www.artequeacontece.com.br\/evento\/deriva-afetiva-dakar-de-panmela-castro-no-instituto-inclusartiz\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener nofollow\">entrevista recente para o <em>site <\/em>Arte que Acontece<\/a>, ter sofrido viol\u00eancias sexuais nas ruas por desconhecidos \u2014 e at\u00e9 por colegas de trabalho em que confiava.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Ser grafiteira no in\u00edcio dos anos 2000, no Rio de Janeiro, era tomar coronhada da pol\u00edcia, ter o cabelo pintado de <em>spray<\/em>, ser chamada de vaca, ser roubada e assediada. <strong>Era uma vida que eu n\u00e3o queria para nenhuma menina<\/strong>&#8220;, disse.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-full\"><img decoding=\"async\" width=\"566\" height=\"377\" src=\"https:\/\/quindim.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2024\/03\/Infancia-e-maternidade-ganham-os-murais-do-pais-meio2.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-58690\" title=\"\" srcset=\"https:\/\/quindim.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2024\/03\/Infancia-e-maternidade-ganham-os-murais-do-pais-meio2.jpg 566w, https:\/\/quindim.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2024\/03\/Infancia-e-maternidade-ganham-os-murais-do-pais-meio2-150x100.jpg 150w\" sizes=\"(max-width: 566px) 100vw, 566px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Panmela Castro e sua arte ao fundo. Cr\u00e9dito: O Artista Criativo<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading subtituloh2\"><strong>Grafite x muralismo<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O muralismo e grafite s\u00e3o duas express\u00f5es art\u00edsticas intimamente relacionadas. Ambas s\u00e3o formas de arte com um claro compromisso social \u2014 \u00e9 comum encontrar murais e grafites em \u00e1reas urbanas degradadas em v\u00e1rias cidades ao redor do mundo. Mas, apesar das semelhan\u00e7as, <strong>s\u00e3o duas manifesta\u00e7\u00f5es art\u00edsticas diferentes<\/strong>: enquanto a primeira utiliza cores fortes e uma linguagem de rua, a segunda tem uma inten\u00e7\u00e3o mais decorativa e, especialmente, uma fun\u00e7\u00e3o did\u00e1tica.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Hoje Di Couto \u00e9 m\u00e3e de duas meninas, Cora, de 7 anos, e Jade, de apenas 4 meses. E, ao se tornar m\u00e3e, sua arte tamb\u00e9m mudou: <strong>a <a href=\"https:\/\/quindim.com.br\/blog\/podcasts-sobre-maternidade\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">maternidade<\/a> acabou impactando profundamente a est\u00e9tica de seus trabalhos<\/strong>. Para desmistificar o seio feminino com a amamenta\u00e7\u00e3o, por exemplo, quase todas as suas obras mais recentes t\u00eam uma gota de leite saindo do peito de uma mulher. Foi o come\u00e7o de uma nova est\u00e9tica, com refer\u00eancias de sua cria\u00e7\u00e3o e das mulheres da fam\u00edlia, que acabou se tornando uma de suas marcas registradas.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Sua maternidade coincidiu com o crescimento e a valoriza\u00e7\u00e3o do muralismo nos \u00faltimos anos. Hoje, seu trabalho \u00e9 bem mais aceito e valorizado. &#8220;Hoje, para pintar nas ruas temos uma produ\u00e7\u00e3o pr\u00e9via, com um esquema de seguran\u00e7a mais organizado&#8221;, contou. &#8220;E desde que me tornei m\u00e3e, j\u00e1 fiz muitos murais sobre mulheres e sobre maternidade. <strong>As m\u00e3es s\u00e3o a minha maior inspira\u00e7\u00e3o<\/strong>&#8220;. &nbsp;<br><br>A inf\u00e2ncia tamb\u00e9m est\u00e1 retratada em um de seus murais mais famosos: uma menina lendo um livro dentro de um jardim, usando um uniforme de uma escola p\u00fablica carioca, arte feita no pr\u00e9dio da Secretaria de Educa\u00e7\u00e3o do Rio de Janeiro.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Ela est\u00e1 meio mergulhada no mundo da imagina\u00e7\u00e3o. Esse mural, especificamente, me remete \u00e0 inf\u00e2ncia e \u00e0 fantasia&#8221;.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-full is-resized\"><img decoding=\"async\" width=\"570\" height=\"410\" src=\"https:\/\/quindim.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2024\/03\/Infancia-e-maternidade-ganham-os-murais-do-pais_Mural-Di-Couto.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-58778\" style=\"width:633px;height:auto\" title=\"\" srcset=\"https:\/\/quindim.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2024\/03\/Infancia-e-maternidade-ganham-os-murais-do-pais_Mural-Di-Couto.jpg 570w, https:\/\/quindim.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2024\/03\/Infancia-e-maternidade-ganham-os-murais-do-pais_Mural-Di-Couto-150x108.jpg 150w\" sizes=\"(max-width: 570px) 100vw, 570px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Fachada do pr\u00e9dio da Secretaria estadual de Educa\u00e7\u00e3o do Rio de Janeiro. Obra de Di Couto. Cr\u00e9dito: imagem fornecida pela artista.<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading subtituloh2\"><strong>Os murais como arte pol\u00edtica<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A maternidade tamb\u00e9m est\u00e1 retratada no maior mural de arte contempor\u00e2nea do mundo feito por uma artista <a href=\"https:\/\/quindim.com.br\/blog\/8-livros-com-representatividade-indigena\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ind\u00edgena<\/a>: Daiara Tukano, descendente do povo Tukano, que vive no Alto Rio Negro, no Amazonas, na fronteira entre Brasil, Col\u00f4mbia e Venezuela.&nbsp; A obra ocupa mais de mil metros quadrados no hist\u00f3rico Edif\u00edcio Levy, no centro de Belo Horizonte. &#8220;Selva M\u00e3e do Rio Menino&#8221; retrata a figura de uma grande m\u00e3e ind\u00edgena com seu filho no colo.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u201c<strong>A estrat\u00e9gia mais eficiente para a gente combater a viol\u00eancia \u00e9 a cultura, \u00e9 a arte<\/strong>\u201d, disse a artista em entrevista para o portal do Instituto Socioambiental. \u201cA arte \u00e9 pol\u00edtica\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">J\u00e1 a artista visual Hanna Lucatelli cria personagens mulheres com uma aura sagrada e poderosa, geralmente retratadas em preto e branco, e quase sempre acompanhadas de mensagens provocando reflex\u00f5es. N\u00e3o \u00e9 dif\u00edcil de encontrar seus enormes murais por a\u00ed, especialmente em S\u00e3o Paulo.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">S\u00e3o Paulo tamb\u00e9m \u00e9 o cen\u00e1rio de Aline Bispo, artista multifacetada e criadora da ilustra\u00e7\u00e3o de capa do bestseller <em>Torto arado<\/em>, de Itamar Vieira Junior. A convite da Adidas, Bispo criou a arte de uma empena no viaduto do Minhoc\u00e3o para <strong>homenagear a diversidade feminina da cidade, al\u00e9m de promover a ocupa\u00e7\u00e3o de espa\u00e7os p\u00fablicos por mulheres e meninas<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Veja tamb\u00e9m: <a href=\"https:\/\/quindim.com.br\/blog\/mulheres-cientistas\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Conhe\u00e7a 14 mulheres cientistas que marcaram a hist\u00f3ria com suas descobertas<\/a>.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-full\"><a href=\"https:\/\/conteudo.quindim.com.br\/assinar-newsletter-banner-blog\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><img decoding=\"async\" width=\"810\" height=\"189\" src=\"https:\/\/quindim.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2022\/04\/Assine-o-clube-quindim.jpg\" alt=\"Assine o clube quindim\" class=\"wp-image-38121\" title=\"\" srcset=\"https:\/\/quindim.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2022\/04\/Assine-o-clube-quindim.jpg 810w, https:\/\/quindim.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2022\/04\/Assine-o-clube-quindim-768x179.jpg 768w, https:\/\/quindim.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2022\/04\/Assine-o-clube-quindim-150x35.jpg 150w\" sizes=\"(max-width: 810px) 100vw, 810px\" \/><\/a><\/figure>\n<\/div><!-- AddThis Advanced Settings generic via filter on the_content --><!-- AddThis Share Buttons generic via filter on the_content -->","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A artista Di Couto conta para o Quindim como a maternidade transformou sua produ\u00e7\u00e3o art\u00edstica. Descubra o que \u00e9 o muralismo e como a inf\u00e2ncia e a maternidade est\u00e3o representadas nos murais do Brasil.<\/p>\n","protected":false},"author":73,"featured_media":58786,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"_mbp_gutenberg_autopost":false,"footnotes":""},"categories":[746,505,507],"tags":[],"class_list":["post-58677","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-desenvolvimento-infantil","category-familia","category-maternidade"],"acf":{"posts_relacionados":[11803,34084,51896]},"amp_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/quindim.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/58677","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/quindim.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/quindim.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/quindim.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/users\/73"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/quindim.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=58677"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/quindim.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/58677\/revisions"}],"acf:post":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/quindim.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/51896"},{"embeddable":true,"href":"https:\/\/quindim.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/34084"},{"embeddable":true,"href":"https:\/\/quindim.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/11803"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/quindim.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media\/58786"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/quindim.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=58677"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/quindim.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=58677"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/quindim.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=58677"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}