{"id":34633,"date":"2021-12-10T15:18:39","date_gmt":"2021-12-10T18:18:39","guid":{"rendered":"https:\/\/quindim.com.br\/blog\/?p=34633"},"modified":"2025-10-07T15:46:56","modified_gmt":"2025-10-07T18:46:56","slug":"palavras-de-origem-indigenas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/quindim.com.br\/blog\/palavras-de-origem-indigenas\/","title":{"rendered":"Conhe\u00e7a as palavras de origem ind\u00edgena do nosso cotidiano"},"content":{"rendered":"\n<h2 class=\"wp-block-heading subtituloh2\"><mark class=\"has-inline-color\" style=\"background-color: rgba(0, 0, 0, 0); color: #f27059;\"><mark class=\"has-inline-color\" style=\"background-color: rgba(0, 0, 0, 0); color: #f27059;\">Palavras de origem ind\u00edgena fazem parte da cultura brasileira!<\/mark><\/mark><\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Voc\u00ea nem deve perceber a quantidade de palavras ind\u00edgenas que usamos diariamente. S\u00e3o milhares de palavras de origem Tupi e de outras l\u00ednguas ind\u00edgenas que falamos para nos comunicar, mas dificilmente sabemos de onde elas v\u00eam e qual o real significado.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-full\"><a href=\"https:\/\/quindim.com.br\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><img decoding=\"async\" width=\"770\" height=\"200\" src=\"https:\/\/quindim.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/BannerConteudo_IdadeFilho.webp\" alt=\"\" class=\"wp-image-69478\" title=\"\" srcset=\"https:\/\/quindim.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/BannerConteudo_IdadeFilho.webp 770w, https:\/\/quindim.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/BannerConteudo_IdadeFilho-768x199.webp 768w, https:\/\/quindim.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/BannerConteudo_IdadeFilho-150x39.webp 150w\" sizes=\"(max-width: 770px) 100vw, 770px\" \/><\/a><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">As palavras de origem ind\u00edgena fazem parte do nosso cotidiano e foram incorporadas ao portugu\u00eas brasileiro. Seria imposs\u00edvel que isso n\u00e3o acontecesse, pois o Brasil \u00e9 o lar de v\u00e1rios povos origin\u00e1rios. Nesse contexto, a influ\u00eancia das l\u00ednguas ind\u00edgenas na l\u00edngua portuguesa fica bem clara.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A coloniza\u00e7\u00e3o foi respons\u00e1vel por muitas transforma\u00e7\u00f5es dolorosas no pa\u00eds e diversos povos ind\u00edgenas e suas l\u00ednguas foram desaparecendo. Entretanto, a l\u00edngua portuguesa ainda absorveu fortemente a linguagem e algumas palavras dos povos ind\u00edgenas.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Se voc\u00ea ainda desconhece a grande quantidade de palavras que usamos todos os dias sem saber que s\u00e3o de origem ind\u00edgena, vamos mudar isso e conferir agora mesmo a import\u00e2ncia de conhecer mais sobre essa <a href=\"https:\/\/quindim.com.br\/blog\/diversidade-cultural-no-brasil\/\">diversidade cultural<\/a> e as palavras ind\u00edgenas que adotamos em nosso vocabul\u00e1rio.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading subtituloh2\"><mark class=\"has-inline-color\" style=\"background-color: rgba(0, 0, 0, 0); color: #f27059;\"><mark class=\"has-inline-color\" style=\"background-color: rgba(0, 0, 0, 0); color: #f27059;\">A import\u00e2ncia de conhecermos a origem das palavras ind\u00edgenas<\/mark><\/mark><\/h2>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-full\"><img decoding=\"async\" width=\"570\" height=\"410\" src=\"https:\/\/quindim.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2021\/12\/Conheca-as-palavras-de-origem-indigena-do-nosso-cotidiano_meio1.-Imagem-do-livro-Tem-festa-na-floresta.jpg\" alt=\"Conhe\u00e7a as palavras de origem ind\u00edgena do nosso cotidiano_meio1. Imagem do livro Tem festa na floresta\" class=\"wp-image-70871\" title=\"\" srcset=\"https:\/\/quindim.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2021\/12\/Conheca-as-palavras-de-origem-indigena-do-nosso-cotidiano_meio1.-Imagem-do-livro-Tem-festa-na-floresta.jpg 570w, https:\/\/quindim.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2021\/12\/Conheca-as-palavras-de-origem-indigena-do-nosso-cotidiano_meio1.-Imagem-do-livro-Tem-festa-na-floresta-150x108.jpg 150w\" sizes=\"(max-width: 570px) 100vw, 570px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\"><em>Imagem do livro &#8220;<a href=\"https:\/\/quindim.com.br\/selecoes\/livro\/tem-festa-na-floresta\/paula-taitelbaum\/9786589241553\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Tem festa na floresta<\/a>&#8220;, de Paula Taitelbaum e Xadalu Tup\u00e3 Jekup\u00e9. Foto: Rodrigo Fraz\u00e3o<\/em><\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O uso de termos ind\u00edgenas no nosso dia a dia n\u00e3o \u00e9 novidade. N\u00f3s sabemos que a cultura brasileira tem refer\u00eancias diversas. Como habitantes nativos do pa\u00eds, os ind\u00edgenas t\u00eam uma influ\u00eancia muito forte n\u00e3o apenas nas palavras, mas tamb\u00e9m na culin\u00e1ria, nos costumes e tradi\u00e7\u00f5es.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Entender o passado \u00e9 importante para que se identifique de onde surgiram tantas diferen\u00e7as. Apesar de falarmos a l\u00edngua portuguesa, existiam in\u00fameras l\u00ednguas faladas pelos ind\u00edgenas. Uma parte delas eram oriundas do tupi, considerada uma l\u00edngua \u201ctronco\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A partir desse tronco \u00e9 que surgiu o tupinamb\u00e1, que foi escolhido pelos portugueses como uma das bases da nossa l\u00edngua \u2014 uma vez que serviria para que os colonizadores pudessem se comunicar com os nativos. Por outro lado, essa escolha tamb\u00e9m foi respons\u00e1vel pelo apagamento de outras l\u00ednguas ind\u00edgenas que eram faladas em diversos povos.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Compreender esse contexto nos ajuda a pensar na valoriza\u00e7\u00e3o das diferen\u00e7as. Nem tudo diz respeito \u00e0 nossa bolha, e ter um olhar mais agu\u00e7ado nos permite entender a diversidade cultural em que estamos inseridos. Por mais que voc\u00ea nem pense ou reflita sobre o assunto, o Brasil \u00e9 um pa\u00eds que tem uma estrutura ind\u00edgena bem forte.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Dessa maneira, conhecer sobre o passado nos ajuda a observar o presente e aprender sobre a nossa cultura. Desenvolver a empatia e perceber o pr\u00f3ximo abre caminho para observar as origens e as heran\u00e7as do nosso pa\u00eds \u2014 e a linguagem \u00e9 uma das formas de fazer isso.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Direto do Instagram: <\/strong><a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/p\/DIoggQItj-_\/?utm_source=ig_web_copy_link&amp;igsh=MzRlODBiNWFlZA==\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener nofollow\">Voc\u00ea sabia que a Amaz\u00f4nia foi plantada por povos ind\u00edgenas?<\/a><\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading subtituloh2\"><mark class=\"has-inline-color\" style=\"background-color: rgba(0, 0, 0, 0); color: #f27059;\"><mark class=\"has-inline-color\" style=\"background-color: rgba(0, 0, 0, 0); color: #f27059;\">Lista de palavras de origem ind\u00edgena e seus significados<\/mark><\/mark><\/h2>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-full\"><img decoding=\"async\" width=\"570\" height=\"410\" src=\"https:\/\/quindim.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2021\/12\/Conheca-as-palavras-de-origem-indigena-do-nosso-cotidiano_meio2.-Imagem-do-livro-Tem-festa-na-floresta.jpg\" alt=\"Conhe\u00e7a as palavras de origem ind\u00edgena do nosso cotidiano_meio2. Imagem do livro Tem festa na floresta\" class=\"wp-image-70872\" title=\"\" srcset=\"https:\/\/quindim.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2021\/12\/Conheca-as-palavras-de-origem-indigena-do-nosso-cotidiano_meio2.-Imagem-do-livro-Tem-festa-na-floresta.jpg 570w, https:\/\/quindim.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2021\/12\/Conheca-as-palavras-de-origem-indigena-do-nosso-cotidiano_meio2.-Imagem-do-livro-Tem-festa-na-floresta-150x108.jpg 150w\" sizes=\"(max-width: 570px) 100vw, 570px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\"><em>Imagem do livro &#8220;<a href=\"https:\/\/quindim.com.br\/selecoes\/livro\/tem-festa-na-floresta\/paula-taitelbaum\/9786589241553\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Tem festa na floresta<\/a>&#8220;, de Paula Taitelbaum e Xadalu Tup\u00e3 Jekup\u00e9. Foto: Rodrigo Fraz\u00e3o<\/em><\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Mesmo sem ter a menor no\u00e7\u00e3o da origem, voc\u00ea deve utilizar tantas palavras ind\u00edgenas no seu dia a dia que ter\u00e1 at\u00e9 um susto com algumas delas. A maioria dessas palavras s\u00e3o substantivos, mas tamb\u00e9m encontramos adjetivos e verbos.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u00c9 dif\u00edcil calcular toda a contribui\u00e7\u00e3o lingu\u00edstica dos ind\u00edgenas para o portugu\u00eas brasileiro, mas \u00e9 estimado que s\u00f3 do Tupi ainda usamos cerca de 10.000 palavras. No entanto, al\u00e9m do Tupi ainda temos v\u00e1rias outras l\u00ednguas, e essa \u00e9 s\u00f3 uma dos milhares de dialetos.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Dito isso, vamos a uma lista de palavras de origem ind\u00edgena que foram incorporadas ao portugu\u00eas, que voc\u00ea deve usar no cotidiano e nem sabe da origem delas. Veja a primeiro a lista de palavras que t\u00eam rela\u00e7\u00e3o com alimentos:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>Abacaxi (\u00efwaka\u2019ti): \u00ef\u2019wa \u201cfruta\u201d mais \u201cka\u2019ti\u201d e significa algo que recende.<\/li>\n\n\n\n<li>A\u00e7a\u00ed (\u00efwasa\u2019i): \u00e9 o fruto que deita \u00e1gua, que chora, que d\u00e1 sumo.<\/li>\n\n\n\n<li>Aipim (aip\u0129): \u00e9 algo que nasce ou brota do fundo.<\/li>\n\n\n\n<li>Capim: (ka\u2019apii): \u201cka\u2019a\u201d \u00e9 mato e \u201cpii\u201d \u00e9 um adjetivo de fino, delgado.<\/li>\n\n\n\n<li>Jabuticaba (\u00efwapot\u00ef\u2019kaba): significa a \u201cfruta em bot\u00e3o\u201d.<\/li>\n\n\n\n<li>Jerimum (iurum\u00fan): vem do tupi e significa ab\u00f3bora.<\/li>\n\n\n\n<li>Mandioca (mandi\u00f3ka): \u201coka\u201d casa de Mani (essa \u00e9 a que na cultura ind\u00edgena deu origem \u00e0 planta).<\/li>\n\n\n\n<li>Pitanga (pyt\u00e1nga): \u00e9 algo que tem a cor vermelha.<\/li>\n\n\n\n<li>Samambaia (\u00e7ama-mbai): significa algo \u201ctran\u00e7ado de cordas\u201d, e faz refer\u00eancia \u00e0s ra\u00edzes da planta.<\/li>\n\n\n\n<li>Mani\u00e7oba (mandi\u2019sowa): \u00e9 a comida preparada com a folha da mandioca, chamada de \u201cmaniva\u201d.<\/li>\n\n\n\n<li>Mingau (minga\u2019u): recebe esse nome por ser uma \u201ccomida que gruda\u201d.<\/li>\n\n\n\n<li>Moquear (mokaen): a palavra significa assar ou deixar seco o alimento para que fique mais conservado.<\/li>\n\n\n\n<li>Moqueca: quer dizer peixe assado embrulhado em folhas, que geralmente \u00e9 folha de bananeira ou de caet\u00e9.<\/li>\n\n\n\n<li>Pa\u00e7oca (pa\u2019soka): vem de \u201cpo-\u00e7oc\u201d e tem o sentido de esmigalhar o alimento com a m\u00e3o.<\/li>\n\n\n\n<li>Pipoca (pi\u2019p\u00f3ka): \u00e9 o gr\u00e3o que estoura.<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Voc\u00ea com certeza usa essas palavras, n\u00e3o \u00e9 mesmo? Agora, confira outras que t\u00eam uso mais geral e que surgem em conversas no nosso cotidiano.<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>Arapuca (ara-p\u00faka): quer dizer armadilha.<\/li>\n\n\n\n<li>Caatinga (kaa-t\u00ednga): \u201cka\u2019a\u201d \u00e9 mato ou vegeta\u00e7\u00e3o e \u201ctinga\u201d significa claro, branco.<\/li>\n\n\n\n<li>Capenga: vem de \u201cakanga\u201d, que \u00e9 \u201cosso\u201d e \u201cpenga\u201d, que significa \u201cquebrado\u201d. Portanto, \u00e9 algo ou algu\u00e9m que puxa a perna, \u00e9 manco.<\/li>\n\n\n\n<li>Carioca (kara\u2019\u00efwa): \u00e9 como os ind\u00edgenas chamavam o \u201chomem branco\u201d.<\/li>\n\n\n\n<li>Catapora: \u201cta\u2019ta\u201d significa \u201cfogo\u201d, algo que arde, e \u201cpora\u201d \u00e9 aquilo que salta.<\/li>\n\n\n\n<li>Inhaca: vem de \u201cyakwa\u201d e tem o sentido de \u201codoroso\u201d, alguma coisa que tem o cheiro forte.<\/li>\n\n\n\n<li>Jacar\u00e9 (jae\u00e7a-car\u00e9): o bicho recebeu esse nome porque ele \u201colha de banda\u201d.<\/li>\n\n\n\n<li>Jururu (yuru-ru): significa \u201cpesco\u00e7o pendido\u201d e quer dizer que algu\u00e9m est\u00e1 triste, que fica de cabe\u00e7a baixa.<\/li>\n\n\n\n<li>Maracan\u00e3 (paracau-an\u00e1): s\u00e3o muitos papagaios juntos.<\/li>\n\n\n\n<li>Nhenhenh\u00e9m (nheeng-nheeng-nheeng): \u00e9 o famoso \u201cbl\u00e1-bl\u00e1-bl\u00e1\u201d, a conversa fiada.<\/li>\n\n\n\n<li>Pereba (pe\u2019rewa): \u00e9 como os ind\u00edgenas chamam uma ferida, um machucado, a chaga.<\/li>\n\n\n\n<li>Peteca (pe\u2019teka): mostra algo que \u00e9 para bater com a palma da m\u00e3o.<\/li>\n\n\n\n<li>Pinda\u00edba: \u201cpi\u2019nda\u201d \u00e9 anzol e \u201chaste\u201d \u00e9 vara. Portanto, \u00e9 uma vara de pescar.<\/li>\n\n\n\n<li>Sabi\u00e1 (s-apia): \u00e9 o p\u00e1ssaro pintado.<\/li>\n\n\n\n<li>Sapecar (sa\u2019pek): vem do tupi e quer dizer chamuscar.<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Viu s\u00f3 como voc\u00ea conhece essas palavras e nem sabia da origem de muitas delas? Esses s\u00e3o apenas alguns exemplos, pois existem uma infinidade de termos que ainda usamos e que s\u00e3o herdadas dos povos origin\u00e1rios.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Conhecer mais sobre a nossa hist\u00f3ria faz que o respeito pelos muitos povos brasileiros seja fortalecido, at\u00e9 por percebermos que h\u00e1 muitas contribui\u00e7\u00f5es suas permeadas em nossas vidas. Al\u00e9m disso, ensinar as palavras de origem ind\u00edgena para os pequenos \u00e9 interessante para que eles reflitam sobre como somos constitu\u00eddos e formados de origens diversas \u2014 isso evita racismo, <a href=\"https:\/\/quindim.com.br\/blog\/o-que-e-xenofobia\/\">xenofobia<\/a> e outros preconceitos.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A leitura \u00e9 uma fonte de informa\u00e7\u00e3o incr\u00edvel. Os livros nos permitem entrar em contato com outros mundos e fortalecer a empatia. O <a href=\"https:\/\/quindim.com.br\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Clube de Leitura Quindim<\/a> tem uma curadoria que seleciona obras infantis que agregam ainda mais na vida das crian\u00e7as, com conte\u00fados que refor\u00e7am a cultura brasileira. Aproveite para conhecer e escolha o plano ideal!<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-full\"><a href=\"https:\/\/conteudo.quindim.com.br\/assinar-newsletter-banner-blog\" target=\"_blank\" rel=\" noreferrer noopener\"><img decoding=\"async\" width=\"770\" height=\"200\" src=\"https:\/\/quindim.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/BannerConteudo_RecebaDicas.webp\" alt=\"\" class=\"wp-image-69492\" title=\"\" srcset=\"https:\/\/quindim.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/BannerConteudo_RecebaDicas.webp 770w, https:\/\/quindim.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/BannerConteudo_RecebaDicas-768x199.webp 768w, https:\/\/quindim.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/BannerConteudo_RecebaDicas-150x39.webp 150w\" sizes=\"(max-width: 770px) 100vw, 770px\" \/><\/a><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading subtituloh2\"><mark class=\"has-inline-color\" style=\"background-color: rgba(0, 0, 0, 0); color: #f27059;\"><mark class=\"has-inline-color\" style=\"background-color: rgba(0, 0, 0, 0); color: #f27059;\">Estante Quindim<\/mark><\/mark><\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Agora que voc\u00ea conhece algumas palavras de origem ind\u00edgena, que tal conhecer <a href=\"https:\/\/quindim.com.br\/blog\/8-livros-com-representatividade-indigena\/\">livros infantis com representatividade ind\u00edgena<\/a>? Veja 3 dicas de livros para explorar a literatura ind\u00edgena com as crian\u00e7as j\u00e1 selecionados pelo Clube Quindim!<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-columns is-layout-flex wp-container-core-columns-is-layout-8f761849 wp-block-columns-is-layout-flex\">\n<div class=\"wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow\"><div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-full\"><img decoding=\"async\" width=\"758\" height=\"1024\" src=\"https:\/\/quindim.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/redondeza.jpg\" alt=\"Redondeza (escritor Daniel Munduruku, ilustradora Roberta Asse, editora Criadeira Livros)\" class=\"wp-image-47499\" style=\"aspect-ratio:1;object-fit:contain\" title=\"\" srcset=\"https:\/\/quindim.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/redondeza.jpg 758w, https:\/\/quindim.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/redondeza-666x900.jpg 666w, https:\/\/quindim.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/redondeza-150x203.jpg 150w\" sizes=\"(max-width: 758px) 100vw, 758px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\"><em><a href=\"https:\/\/quindim.com.br\/selecoes\/livro\/redondeza\/daniel-munduruku\/9786588098028\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Redondeza<\/a><\/em>, de Daniel Munduruku e Roberta Asse<\/figcaption><\/figure>\n<\/div><\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow\"><div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-full\"><img decoding=\"async\" width=\"451\" height=\"338\" src=\"https:\/\/quindim.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/MeninaMandiocaCapaTransparente-edited-1.png\" alt=\"Menina mandioca (escritora Rita Carelli, ilustradora Luci Sacoleira, editora Pallas Mini)\" class=\"wp-image-48710\" style=\"aspect-ratio:1;object-fit:contain\" title=\"\" srcset=\"https:\/\/quindim.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/MeninaMandiocaCapaTransparente-edited-1.png 451w, https:\/\/quindim.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/MeninaMandiocaCapaTransparente-edited-1-150x112.png 150w\" sizes=\"(max-width: 451px) 100vw, 451px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\"><em><a href=\"https:\/\/quindim.com.br\/selecoes\/livro\/menina-mandioca\/rita-carelli\/9786586983258\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Menina Mandioca<\/a><\/em>, de Rita Carelli e Luci Sacoleira<\/figcaption><\/figure>\n<\/div><\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow\"><div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-full is-resized\"><img decoding=\"async\" width=\"321\" height=\"445\" src=\"https:\/\/quindim.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/05\/Originarias_CapaTransparente-e1704741879853.png\" alt=\"Origin\u00e1rias (autoras Diversos, organizador Trudru\u00e1 Dorrico, ilustrador Mauricio Negro, editora Companhia das Letrinhas)\" class=\"wp-image-56907\" style=\"aspect-ratio:1;object-fit:contain;width:301px;height:auto\" title=\"\" srcset=\"https:\/\/quindim.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/05\/Originarias_CapaTransparente-e1704741879853.png 321w, https:\/\/quindim.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/05\/Originarias_CapaTransparente-e1704741879853-150x208.png 150w\" sizes=\"(max-width: 321px) 100vw, 321px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\"><em><a href=\"https:\/\/quindim.com.br\/selecoes\/livro\/originarias-uma-antologia-feminina-de-literatura-indigena\/trudrua-dorrico\/9786581776411\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Origin\u00e1rias: Uma antologia feminina de literatura ind\u00edgena<\/a><\/em>, de Trudru\u00e1 Dorrico e\u00a0Mauricio Negro<\/figcaption><\/figure>\n<\/div><\/div>\n<\/div>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><\/p>\n<!-- AddThis Advanced Settings generic via filter on the_content --><!-- AddThis Share Buttons generic via filter on the_content -->","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Voc\u00ea sabia que usamos muitas palavras de origem ind\u00edgena em nosso cotidiano? Conhe\u00e7a as palavras ind\u00edgenas que voc\u00ea fala e nem sabia a origem!<\/p>\n","protected":false},"author":25,"featured_media":70870,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"_mbp_gutenberg_autopost":false,"footnotes":""},"categories":[509,4,512],"tags":[],"class_list":["post-34633","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-cultura","category-educacao","category-historia"],"acf":{"posts_relacionados":[4022,3435,10697]},"amp_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/quindim.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/34633","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/quindim.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/quindim.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/quindim.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/users\/25"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/quindim.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=34633"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/quindim.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/34633\/revisions"}],"acf:post":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/quindim.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/10697"},{"embeddable":true,"href":"https:\/\/quindim.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3435"},{"embeddable":true,"href":"https:\/\/quindim.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4022"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/quindim.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media\/70870"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/quindim.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=34633"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/quindim.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=34633"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/quindim.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=34633"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}