{"id":11803,"date":"2020-10-21T15:02:32","date_gmt":"2020-10-21T18:02:32","guid":{"rendered":"https:\/\/quindim.com.br\/blog\/?p=11803"},"modified":"2021-10-04T09:26:16","modified_gmt":"2021-10-04T12:26:16","slug":"mais-mulheres-na-politica-representatividade","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/quindim.com.br\/blog\/mais-mulheres-na-politica-representatividade\/","title":{"rendered":"Mais mulheres na pol\u00edtica: por que essa representatividade \u00e9 t\u00e3o importante?"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u00c9 preciso unir for\u00e7as para ampliar a voz das mulheres e apoi\u00e1-las para que elas ocupem, cada vez mais, espa\u00e7os no Executivo, no Legislativo e no Judici\u00e1rio. Mesmo com um avan\u00e7o nos \u00faltimos anos, em que importantes pautas femininas ganharam algum destaque no debate pol\u00edtico, como aborto, ass\u00e9dio, carreira, maternidade e equidade salarial, h\u00e1, ainda, um abismo da representatividade das mulheres na pol\u00edtica. Por isso, o&nbsp;<a href=\"https:\/\/quindim.com.br\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Clube Quindim<\/a>&nbsp;considera vital falar sobre o tema.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">De acordo com o Mapa da Pol\u00edtica de 2019, divulgado pela Procuradoria da Mulher no Senado, mulheres representam pouco mais de 12% dos cargos eletivos, mesmo sendo a maioria do eleitorado e da popula\u00e7\u00e3o, alcan\u00e7ando os 51%. Dados apontam, ainda, para outra significativa responsabilidade na economia e na sociedade. Atualmente, 40% das mulheres s\u00e3o as \u00fanicas respons\u00e1veis pelas finan\u00e7as de suas casas e 44% est\u00e3o inseridas no mercado de trabalho formal. Por que, ent\u00e3o, esses n\u00fameros n\u00e3o s\u00e3o t\u00e3o representativos na pol\u00edtica, mesmo com a Lei 9504\/1997, que prev\u00ea a reserva de 30% das candidaturas dos partidos ou coliga\u00e7\u00f5es destinadas \u00e0s mulheres? Para que as pol\u00edticas p\u00fablicas sejam pensadas com mais equidade e com gest\u00f5es que combatem ao preconceito e \u00e0 desigualdade social, sem d\u00favida, \u00e9 preciso que mulheres ocupem mais os espa\u00e7os de poder.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Para Vera Aparecida de Oliveira, professora e candidata a vereadora em Praia Grande (SP), quando se pensa em pol\u00edtica, naturalmente associa-se a imagens de homens, brancos, de terno e gravata. \u201cN\u00e3o&nbsp;somos educadas para a vida p\u00fablica e, sim, para a privada. Quando rompemos, internamente, com essa constru\u00e7\u00e3o social, encontramos diversas barreiras, como homens usando termos desrespeitosos. Ao chegar \u00e0 C\u00e2mara, por exemplo, a n\u00f3s s\u00e3o oferecidas comiss\u00f5es de mulheres, e n\u00e3o as comiss\u00f5es de finan\u00e7as\u201d, aponta.<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-full is-resized\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/quindim.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2020\/10\/professora-luana-mulheres-na-politica.png\" alt=\"professora luana mulheres na politica\" class=\"wp-image-11816\" width=\"381\" height=\"256\" title=\"\"><figcaption>Professora Luana, candidata a vereadora em Osasco<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Luana Bezerra da Silva, professora e candidata a vereadora em Osasco (SP), completa dizendo que a resist\u00eancia come\u00e7a j\u00e1 no interior dos partidos, que n\u00e3o fomentam e incentivam \u00e0 candidatura do p\u00fablico feminino. \u201cTrata-se de uma constru\u00e7\u00e3o social que nos leva a preconceitos das mulheres na pol\u00edtica. Fomos criadas e moldadas para sermos donas de casa e m\u00e3es. N\u00e3o \u00e0 toa, as profiss\u00f5es relacionadas ao cuidado s\u00e3o dominantemente exercidas pelo p\u00fablico feminino, como professoras, enfermeiras e psic\u00f3logas. O machismo constru\u00eddo ao longo dos s\u00e9culos gera, consequentemente, preconceitos dentro da pol\u00edtica\u201d, explica.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"subtituloh2 wp-block-heading\"><span style=\"color:#f27059\" class=\"has-inline-color\"><span style=\"color:#f27059\" class=\"has-inline-color\">A import\u00e2ncia das mulheres na pol\u00edtica<\/span><\/span><\/h2>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-full\"><img decoding=\"async\" width=\"489\" height=\"263\" src=\"https:\/\/quindim.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2020\/10\/mais-mulheres-na-pol\u00edtica-urna-eletronica.jpeg\" alt=\"\" class=\"wp-image-11924\" title=\"\"><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">As demandas s\u00e3o designadas \u00e0s mulheres, ent\u00e3o, por que as leis n\u00e3o s\u00e3o pensadas por elas? A indaga\u00e7\u00e3o leva a uma importante reflex\u00e3o relacionada \u00e0 desigualdade social. Por muitas vezes, a mulher \u00e9 a respons\u00e1vel por colocar comida \u00e0 mesa, por procurar vaga na creche, marcar uma consulta na UBS, entre in\u00fameras outras incumb\u00eancias impostas pela sociedade. \u201cPortanto, ao ocupar espa\u00e7os de poder, cabe a n\u00f3s, por entendermos as necessidades sociais, pautar e reformular pol\u00edticas p\u00fablicas transversais, que ajudam a melhorar a vida das pessoas no conjunto da sociedade\u201d, enaltece Luana.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Vera complementa afirmando que as normas s\u00e3o pensadas e implantadas pelos homens, mas s\u00e3o as mulheres, no cotidiano, que sentem suas consequ\u00eancias. \u201cAssim, \u00e9 fundamental que a popula\u00e7\u00e3o feminina participe da pol\u00edtica, seja como candidatas ou eleitoras. Quando a lei \u00e9 discutida pelas pessoas que precisam dela, efetivamente, fica mais completa. Isso porque se ocupa dos detalhes e das singularidades\u201d, explica.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A professora afirma, ainda, que as mulheres na pol\u00edtica trazem novas narrativas e olhares sobre as quest\u00f5es p\u00fablicas e oferecem a experi\u00eancia secular do cuidado com as pessoas para o espa\u00e7o p\u00fablico.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"subtituloh2 wp-block-heading\"><span style=\"color:#f27059\" class=\"has-inline-color\"><span style=\"color:#f27059\" class=\"has-inline-color\">M\u00e3es no poder p\u00fablico, um ato pol\u00edtico<\/span><\/span><\/h2>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-full\"><img decoding=\"async\" width=\"570\" height=\"410\" src=\"https:\/\/quindim.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2020\/10\/mulheres-na-pol\u00edtica-m\u00e3es-na-pol\u00edtica.jpg\" alt=\"mulheres na pol\u00edtica m\u00e3es na pol\u00edtica\" class=\"wp-image-11821\" title=\"\"><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Ecoa aos quatro cantos a desigualdade entre homens e mulheres na pol\u00edtica. Quando esse recorte \u00e9 feito pensando na&nbsp;<a href=\"https:\/\/quindim.com.br\/blog\/maternidade-atual\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">maternidade<\/a>, o cen\u00e1rio \u00e9 ainda mais alarmante. Renata Senlle, jornalista e m\u00e3e do Bernardo, possui mestrado pela ECA-USP, e sua pesquisa foi relacionada \u00e0s m\u00e3es na pol\u00edtica. Para sua tese, em 2018, ela olhou para as candidatas que utilizavam das redes sociais para divulgar suas campanhas pol\u00edticas usando a hashtag #M\u00e3esNaPol\u00edtica \u2013 e que traziam men\u00e7\u00e3o \u00e0s pautas relacionadas a maternidades e inf\u00e2ncias. \u201cEncontrei apenas 20 candidatas com esse perfil concorrendo aos cargos de vice-presidente, vice-governadora e deputadas, incluindo estaduais, federais e distritais\u201d, lembra Renata.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Entre os preconceitos, ela identificou a aparente impossibilidade de pensar que a maternidade e a pol\u00edtica podem estar associadas. \u201cO ideal de que as m\u00e3es devem abdicar de tudo e priorizar os filhos \u00e9 muito forte. Na pesquisa, houve relatos de m\u00e3es que foram questionadas, inclusive por amigos, sobre quem iria cuidar dos filhos enquanto estivessem em campanha. Essa pergunta, certamente, n\u00e3o \u00e9 feita aos homens. A pol\u00edtica institucional ainda \u00e9 majoritariamente masculina, pensada para os homens, de acordo com a din\u00e2mica deles\u201d, observa a jornalista.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Veja tamb\u00e9m: <a href=\"https:\/\/quindim.com.br\/blog\/maternidade-atual\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">M\u00e3es do s\u00e9culo 21: conhe\u00e7a os modelos de maternidade atual<\/a> <\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Contar com mais m\u00e3es na pol\u00edtica, desde que tenham pautas progressistas, voltadas \u00e0s diferentes maternidades e inf\u00e2ncias, ajuda a entender a desigualdade sist\u00eamica que onera as mulheres e privilegia os homens, segundo Renata. \u201c\u00c9 o caso de escancarar o trabalho de cuidado, realizado majoritariamente pelas m\u00e3es, e, mesmo que traga satisfa\u00e7\u00e3o, traz uma imensa sobrecarga ao dia a dia, com jornada tripla. Esse cen\u00e1rio nos impede de ter uma vida plena. Ao mesmo tempo, \u00e9 esse trabalho de cuidado que mant\u00e9m as fam\u00edlias funcionando, permitindo aos homens transitar livremente por todas as esferas da sociedade, sem preju\u00edzo ou cobran\u00e7as, e com ganhos materiais superiores aos das mulheres\u201d, alerta Renata.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Para exemplificar a reflex\u00e3o, a jornalista aponta que basta levantar os dados de fam\u00edlias chefiadas por mulheres, do alto n\u00famero de m\u00e3es solo e da maior carga de trabalho dom\u00e9stico. Com essas refer\u00eancias, \u00e9 poss\u00edvel ter uma ideia das pol\u00edticas que poderiam ser feitas utilizando dessas informa\u00e7\u00f5es, com os devidos recortes de classe e ra\u00e7a. \u201cEntendo que as m\u00e3es na pol\u00edtica teriam mais condi\u00e7\u00f5es de realizar propostas para conter essa disparidade.&nbsp;Uma cidade pensada para acolher m\u00e3es e crian\u00e7as \u00e9 um local acolhedor para todas as pessoas. Onde mulheres e crian\u00e7as estiverem seguras, atendidas em suas demandas de sa\u00fade, educa\u00e7\u00e3o, transporte e seguridade social, mais prov\u00e1vel que todas as pessoas estar\u00e3o tamb\u00e9m\u201d, completa Renata.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Neste ano, devido \u00e0 <a href=\"https:\/\/quindim.com.br\/blog\/maes-empreendedoras\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">pandemia<\/a>, esse trabalho de cuidado invis\u00edvel das mulheres veio \u00e0 tona, principalmente para alguns homens que tiveram que trabalhar de casa, lidar com as demandas de limpeza e do cuidado com seus filhos, tudo ao mesmo tempo.&nbsp;\u201cN\u00e3o acho que foi suficiente. Mas levantou essas discuss\u00f5es dentro desse recorte classe m\u00e9dia\u201d, alerta a jornalista.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Veja tamb\u00e9m: <a href=\"https:\/\/quindim.com.br\/blog\/maes-empreendedoras\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">M\u00e3es empreendedoras: conhe\u00e7a desafios e solu\u00e7\u00f5es criativas dos pequenos neg\u00f3cios durante a quarentena<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Infelizmente, uma grande quantidade do p\u00fablico feminino precisou abrir m\u00e3o de seu emprego remunerado. De acordo com a Pesquisa Nacional por Amostra de Domic\u00edlios Cont\u00ednua (Pnadc), 7 milh\u00f5es de mulheres abandonaram o mercado de trabalho na \u00faltima quinzena de mar\u00e7o, quando come\u00e7ou a quarentena.&nbsp;S\u00e3o dois milh\u00f5es a mais do que a quantidade de homens vivendo a mesma situa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Renata refor\u00e7a, portanto, a import\u00e2ncia de se pensar escolas p\u00fablicas sob o ponto de vista de m\u00e3es que n\u00e3o t\u00eam com quem deixar as crian\u00e7as e executam trabalhos formais e informais. Ou, at\u00e9 mesmo, as que est\u00e3o em empregos precarizados, sem nenhum acesso \u00e0 estrutura para os filhos terem aulas on-line ou que dependiam das escolas para compor as refei\u00e7\u00f5es familiares. \u201c\u00c9 preciso avaliar quem \u00e9 esse grupo que est\u00e1 sofrendo o maior impacto e como diminuir essas desigualdades. \u00c9 um exemplo de problema complexo, mas esse olhar de m\u00e3es na pol\u00edtica pode oferecer novas dimens\u00f5es para poss\u00edveis solu\u00e7\u00f5es, na medida em que traz um ponto de vista pol\u00edtico desconsiderado at\u00e9 ent\u00e3o\u201d, finaliza.<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-columns bloco-cta has-background is-layout-flex wp-container-core-columns-is-layout-8f761849 wp-block-columns-is-layout-flex\" style=\"background-color:#fdb813\">\n<div class=\"wp-block-column is-vertically-aligned-bottom is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow\">\n<figure class=\"wp-block-image size-full\"><a href=\"https:\/\/quindim.com.br\/\"><img decoding=\"async\" width=\"434\" height=\"195\" src=\"https:\/\/quindim.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2020\/07\/call01.png\" alt=\"Assine o Clube Quindim\" class=\"wp-image-9392\" title=\"\"><\/a><\/figure>\n<\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-column bloco-cta-direita is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow\">\n<p class=\"has-text-align-center titulo-cta wp-block-paragraph\"><span style=\"color:#f27059\" class=\"has-inline-color\">APROVEITE ESTE MOMENTO PARA INCENTIVAR A LEITURA!<\/span><\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-buttons is-layout-flex wp-block-buttons-is-layout-flex\">\n<div class=\"wp-block-button has-custom-width wp-block-button__width-100 botao-cta is-style-fill\"><a class=\"wp-block-button__link\" href=\"https:\/\/quindim.com.br\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><span style=\"color:#e3e2e2\" class=\"has-inline-color\">ASSINE O CLUBE QUINDIM E RECEBA OS MELHORES LIVROS INFANTIS!<\/span><\/a><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><br><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><\/p>\n\n\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><\/p>\n<!-- AddThis Advanced Settings generic via filter on the_content --><!-- AddThis Share Buttons generic via filter on the_content -->","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Mesmo com um avan\u00e7o das pautas femininas nos \u00faltimos anos, h\u00e1, ainda, um abismo da representatividade das mulheres na pol\u00edtica. <\/p>\n","protected":false},"author":32,"featured_media":11813,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"_mbp_gutenberg_autopost":false,"footnotes":""},"categories":[509,512,507],"tags":[],"class_list":["post-11803","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-cultura","category-historia","category-maternidade"],"acf":{"posts_relacionados":[18523,14588,21716]},"amp_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/quindim.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/11803","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/quindim.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/quindim.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/quindim.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/users\/32"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/quindim.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=11803"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/quindim.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/11803\/revisions"}],"acf:post":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/quindim.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/21716"},{"embeddable":true,"href":"https:\/\/quindim.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/14588"},{"embeddable":true,"href":"https:\/\/quindim.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/18523"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/quindim.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media\/11813"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/quindim.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=11803"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/quindim.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=11803"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/quindim.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=11803"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}